Algumas vezes eu representei cenas de perdas de entes queridos em novelas. No dia 17 de no vembro de 1995, no velório de minha filha Ana Luísa, nascida em São Paulo no dia 10 de dezembro de 1976, eu não queria acreditar que estivesse vivendo aquilo de verdade. No dia seguinte, saí para comprar alguns presentes de Natal. Afinal, meus outros seis filhos ainda estavam ali e precisavam da mãe. Mas eu parecia um zumbi. Numa loja, me senti mal. Tontura, fraqueza, parecia que meu peito iria explodir, que eu não iria aguentar tanta dor. Pedi à vendedora que me deixasse sentar um pouco. Eu estava quase sufocando, as lágrimas queriam saltar de meus olhos. Mas eu não queria chorar. Queria esconder minha dor, fazer de conta que aquilo não havia acontecido comigo. Bebi água, respirei fundo e saí ainda zonza. Eu sempre acreditei que iria terminar de criar minha filha, como todos os outros. Que iria vê-la formar-se em veterinária. Vê-la casada, com filhos. Achava que teria sempre a Aninha...
Oi flor!
ResponderExcluirSaudades desse teu cantinho. Fiquei muito tempo com dificuldade para comentar aqui, mas parece que agora isso é página virada,rs.
Adorei o vídeo ! O único problema é que para achar políticos nesse país que não seja picareta, é tarefa mais difícil do que encontrar agulha no palheiro.
bjo no core
Até que se eam alguns políticos sérios e comprometidos ainda neste país, minha cara: o ruim é que ninguém faz Política sozinho e sempre haverá uma turma ruim envolvendo um bom... Façamos assim: revolução aos pouquinhos! Não reelejamos ninguém: já é um começo! Abraço!
ResponderExcluirP.S.: vi que você me segue, mas nunca comentou, ré, ré! Cá estou para corrigir esse probleminha!