Originalmente, o termo grego psyche possuía dois significados. Um deles era a Alma e outro a Borboleta e ambos simbolizavam o espírito imortal humano em que na mitologia grega era personificado por uma mulher que possuía as asas dessa bela criatura. Segundo as crenças gregas populares, quando um indivíduo morria, seu espírito deixava o corpo na forma desse inseto, já os índios americanos têm nas Borboletas um símbolo de alegria porque se alimentam do néctar das flores, ajudam na polinização e, por consequência, disseminam ainda mais beleza. Animal pequeno e delicado, podem ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem chegar a pesar 3 gramas; alguns tipos podem chegar a medir até 32 centímetros de asa a asa. Seus olhos possuem milhares de lentes individuais e isto lhes confere o dom de ver uma única imagem com nitidez. Elas percebem comprimentos de onda de luz ultravioleta, o que simbolicamente sugere habilidades clarividentes para aqueles cuja Borb...
Eu queria que vocês entendessem que existem reações físicas ao luto por um filho .... Eu posso ganhar ou perder peso, dormir o tempo todo, ou passar noites em claro, desenvolver uma série de doenças, ser propensa a acidentes ou esquecimentos, tudo isto esta relacionado a minha dor. Eu posso e preciso me isolar de vez em quando (quase sempre). Eu posso até mesmo não ser capaz de atender ao telefone... E isso tem a ver com msinha dor, não com vocês... Aniversário do meu filho, aniversário da morte (palavra doída) e feriados ....natal...ano novo então nem se fala. .são datas terríveis para mim... Nestes dias prefiro ficar só para que minha dor não incomode e nem ofenda ninguém... Não gosto de ser convidada para eventos, festas . Me sinto um peixe fora d'água, ao redor de pessoas alegres e felizes... E isso não é culpa de ninguém. E me faz mal ter que fingir que estou feliz para agradar vocês,é como se eu estivesse traindo o meu filho. Mas nunca se esqueçam q...
Algumas vezes eu representei cenas de perdas de entes queridos em novelas. No dia 17 de no vembro de 1995, no velório de minha filha Ana Luísa, nascida em São Paulo no dia 10 de dezembro de 1976, eu não queria acreditar que estivesse vivendo aquilo de verdade. No dia seguinte, saí para comprar alguns presentes de Natal. Afinal, meus outros seis filhos ainda estavam ali e precisavam da mãe. Mas eu parecia um zumbi. Numa loja, me senti mal. Tontura, fraqueza, parecia que meu peito iria explodir, que eu não iria aguentar tanta dor. Pedi à vendedora que me deixasse sentar um pouco. Eu estava quase sufocando, as lágrimas queriam saltar de meus olhos. Mas eu não queria chorar. Queria esconder minha dor, fazer de conta que aquilo não havia acontecido comigo. Bebi água, respirei fundo e saí ainda zonza. Eu sempre acreditei que iria terminar de criar minha filha, como todos os outros. Que iria vê-la formar-se em veterinária. Vê-la casada, com filhos. Achava que teria sempre a Aninha...
Em poucas palavras,e a mensagem foi mandada,vc sabe mesmo o que quer,continue,vc mereçe ser feliz e fazer feliz.
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