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domingo, 30 de maio de 2010

UM DIA DE MERDA

A expressão do título é conhecida de todos, mas o texto que a originou é


menos. É um texto de Luis Fernando Veríssimo incluído na obra Veríssima que ele fez numa viagem para Miami.

'Aeroporto Santos Dumont, 15:30..

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde

partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. 'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranquilo, o avião só sairia às 16:30'.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei

consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.


Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei:

'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'

'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma

voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e

senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.

'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço

hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento.

Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que

pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei

sério: 'Cara, caguei!'

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me

a relaxar, pois agora estava tudo sob

controle.

'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei.

'Pior que isso não fico'.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.

Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem

muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna.

Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e

pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo

cagado.....

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas

para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta

merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse

trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e

ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão

e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.

Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.


A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum

modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história..

As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram

de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.

Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

'Nada, obrigado.'

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...



* Luis Fernando Veríssimo* (verídico).

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Scorpions - You and I (acoustic) Pra você amor de minha vida



Traduzindo:


Você e Eu


Eu perco o controle por sua causa, meu bem

Eu perco o controle quando você me olha deste jeito

Há algo em seus olhos que está dizendo que esta noite

Eu não sou mais uma criança e a vida abriu a porta

Para uma nova e incrível vida

Eu perco o controle quando estou perto de você, meu bem.

Eu perco o controle não me olhe deste jeito

Há algo em seus olhos, isso é amor à primeira vista?

Como uma flor que cresce, a vida só quer que você saiba

Todos os seus segredos

Está tudo escrito nas linhas de sua vida

Está tudo escrito dentro do seu coração

Você e eu temos apenas um sonho

Para encontrar para o nosso amor, um lugar onde nós podemos nos esconder

Você e eu fomos feitos apenas

Para amar um ao outro agora, para sempre e um dia

Eu perco o controle por sua causa, meu bem

Eu perco o controle não me olhe deste jeito

Há algo em seus olhos que está dizendo que esta noite

Eu estou tão curioso para ter mais como nunca estive antes

Em minha vida inocente

Está escrito nas linhas de sua vida

Está escrito dentro do seu coração

Você e eu temos apenas um sonho

Para encontrar um lugar para o nosso amor, onde possamos nos esconder

Você e eu fomos feitos apenas

Para amar um ao outro agora, para sempre e um dia

O tempo pára quando os dias de inocência

Estão caindo pela noite

Eu te amo menina, E sempre amarei

Eu juro, Estou aqui por você

Até o dia que eu morrer


Você e eu temos apenas um sonho

Para encontrar um lugar para o nosso amor, onde possamos nos esconder

Você e eu fomos feitos apenas

Para amar um ao outro agora, sempre e um dia

quinta-feira, 27 de maio de 2010

PACTO DE AMOR COM A VIDA


Deixei a janela aberta


Esperando ele chegar

Com seus raios luminosos

Eis que surge no horizonte

Como um fogo restaurador

Irradiando seus raios a todos os seres viventes

O Sol o astro Rei o Grande Rá de Atom de Akenaton

Ergo os braços... Comovida com tanto esplendor

Recebo no meu corpo e espírito toda energia emanada

De sua luz dourada e calorosa

Neste momento apoteótico da natureza

Firmo um pacto de amor com Deus a Vida e o Amor


Elsy Myrian Pantoja
Google Imagem

sexta-feira, 21 de maio de 2010

A CASA DO POETA CASEMIRO DE ABREU




Não há como negar, o Distrito de Barra de São João pertencente ao Município de Casemiro de Abreu no Estado Do Rio de Janeiro, abriga um acervo histórico de valor incalculável, a Casa em seu estado original do Poeta das Primaveras Casemiro José Marques de Abreu as margens do Rio São João, no mesmo Distrito está seu tumulo com as pombas tão citadas em seus versos ornando o mesmo. Fazer um passeio aqui é voltar no tempo e sentir uma vontade imensa de ficar lá naquele passado tão encantado e vivenciar as paragens e cenários da natureza belíssima a qual o Poeta tanto amava. Abaixo em seu poema Canção do Exílio externa muito bem esse amor que ele tinha por sua cidade natal. As imagens são da Casa em duas tomadas de foco, de frente e a lateral. Hoje a mesma além de abrigar os pertences Literários do Poeta, conserva também em permanente exposição objetos que fizeram a história do Município, são promovidos também cursos de artes, saraus e lançamentos de novos talentos em todos os seguimentos do mundo artístico. Espero que um dia vocês possam ter a oportunidade de visitar esse acervo de grande valia e beleza histórica.



Canção do exílio


Se eu tenho de morrer na flor dos anos

Meu Deus! não seja já;

Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,

Cantar o sabiá!





Meu Deus, eu sinto e tu bem vês que eu morro

Respirando este ar;

Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo

Os gozos do meu lar!





O país estrangeiro mais belezas

Do que a pátria não tem;

E este mundo não vale um só dos beijos

Tão doces duma mãe!





Dá-me os sítios gentis onde eu brincava

Lá na quadra infantil;

Dá que eu veja uma vez o céu da pátria,

O céu do meu Brasil!





Se eu tenho de morrer na flor dos anos

Meu Deus! não seja já!

Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,

Cantar o sabiá!





Quero ver esse céu da minha terra

Tão lindo e tão azul!

E a nuvem cor-de-rosa que passava

Correndo lá do sul!





Quero dormir à sombra dos coqueiros,

As folhas por dossel;

E ver se apanho a borboleta branca,

Que voa no vergel!





Quero sentar-me à beira do riacho

Das tardes ao cair,

E sozinho cismando no crepúsculo

Os sonhos do porvir!





Se eu tenho de morrer na flor dos anos,

Meu Deus! não seja já;

Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,

A voz do sabiá!





Quero morrer cercado dos perfumes

Dum clima tropical,

E sentir, expirando, as harmonias

Do meu berço natal!





Minha campa será entre as mangueiras,

Banhada do luar,

E eu contente dormirei tranqüilo

À sombra do meu lar!





As cachoeiras chorarão sentidas

Porque cedo morri,

E eu sonho no sepulcro os meus amores

Na terra onde nasci!





Se eu tenho de morrer na flor dos anos,

Meu Deus! não seja já;

Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde,

Cantar o sabiá!





Cronica de Elsy Myrian Pantoja
Poema: Casemiro José Marques de Abreu
Imagens Google

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O QUE VOCÊ É PRA MIM



Tu és


A chama da minha paixão

O guardião do meu corpo

O calor que me acolhe a alma

O fim da minha agonia

O direito o esquerdo e o meio

A segurança das minhas incertezas

Os braços fortes que protegem na tristeza

A liberdade na emoção e na razão

Tu és a calma nas minhas tormentas

E água doce que molha minha boca sedenta

O doce e o ácido

Que alimenta este coração apaixonado



Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

sábado, 15 de maio de 2010

A FALSIDADE



Ela existe em todos os meios, em todos os lugares.

Bem é muito difícil lidar com pessoas falsas, pois se prevalecem de uma amizade, para por trás fazer o inferno na vida de alguém.

E como lidar com os falsos amigos, é saber quem são Eles e no exato momento desmascará-los dando o desprezo que merecem.

Sim, só assim estaremos calçados contra essas pessoas falsas, sem caráter, covardes que só sabem é trazer a discórdia.

Na comunidade onde se mora então, é terrível, pois existem muitos falsos amigos que se dizem solidários, que por terem ajudado, alguém num momento difícil, se acham no direito de falar, mas não querem nunca ouvir, se acham os donos da verdade, quando nada sabem, a não ser, destilar o veneno que lhes é peculiar.

Falso amigo é aquele que houve o que um fala e conta pro outro, isso não é amigo, e nem gente.

A falsidade é o mal do mundo, a falta de solidariedade, também.

Os dedos das mãos não são iguais, porque seriam os amigos?

É aprendi na vida que amigo é dinheiro no bolso;

É sentar num bar e beber nesse momento, vários "amigos" aparecem, mas dê o poder a um deles que saberás quem é;

Fique doente, que verás quantos amigos você tem;

Fique sem dinheiro, que todos aqueles que sentaram no bar com você, não mais apareceram.

Você tem o poder de escolher seus amigos, de levar para a sua casa somente aqueles em que você confia, que terá carinho, respeito e o principal, cumplicidade.

Se conhece o verdadeiro amigo nas horas difíceis, nesse você pode e deve confiar.

Desconheço o autor do texto
Imagem Google

terça-feira, 11 de maio de 2010

Amar é o mesmo que sonhar


Poesia posso dizer

Não se faz sem um motivo

Seja tema, inspiração

Nada adianta ... É um castigo

Castigo que estou falando

Não é de dor, nem sangrar

É o sujeito sufocado

E não conseguir nem falar..

Falar da moça que ama

Ou o moço dela falar...

Mas sem estar apaixonado

Óh! é bem difícil sonhar...

Sonhar sim...

E é bem até mais que isso

Amor é coisa de louco

Até parece feitiço.

Amar...Sonhar

Dizer... Fazer


Poesia é sonho e ação

O que mais posso dizer...

Se sonho que amo sonho...

Se amo então sonho

Se sonho posso dizer

Que estou amando acordado

Porque sonhei com você


Geziniel Teixeira da Silva
Imagem Google

Este Vídeo foi uma cortesia da minha Amiga Marcia do Blog Leio Logo Existo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Para todas as Mães


Ah! O amor das mães


Mães que amam demais

Mães guerreiras

Mães que se doam

Mães que se anulam

Mães que tiveram vários filhos

Mães que quiseram só um

Mães que perderam os seus

Mães que criam os filhos de outras

Mãe abnegação

Mãe oração

Mãe provedora

Mãe paz

Mãe amor incondicional

Mãe ciumenta

A todas elas nossas homenagens

No dia dedicado a esse ser sublime

Anjo nosso de cada dia

 
Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

quarta-feira, 5 de maio de 2010

PARABENS AO BLOG FILHA DE JAH

Levem com vocês.



terça-feira, 4 de maio de 2010

O FIO D VIDA - A FRAGILIDADE DOS SERES



A vida é um tênue fio que respira e que a qualquer instante pode ser desligado.
 A vida é sopro, é pneuma, é mistério. Por mais longa que seja, ainda assim a vida é efêmera, e sua efemeridade varia de indivíduo para indivíduo, de ser vivo para ser vivo. A borboleta vive até três meses; o ser humano pode passar dos oitenta anos, a depender das condições em que vive, como em países desenvolvidos. O que é efêmero necessita de cuidados, pela fragilidade inerente aos seres vivos. Temos em comum esta qualidade e também os instintos que nos auxiliam neste cuidado.
Nós, humanos, temos sobre os outros seres a vantagem de elementos como a consciência, o discernimento e a inteligência racional para a realização desta tarefa. Porém, isto não nos exime da nossa fragilidade. A borboleta, apesar de frágil, não deixa de voar e cumprir o seu destino. Poliniza as flores, espalha beleza, ocupa uma posição na cadeia alimentar... E nós, seres humanos, pensantes, inteligentes, muitas vezes deixamos de fazer o que é preciso, o que nos cabe, por causa de fragilidades outras. Sim, fragilidades supostas, fantasiosas. Suscetibilidades, que não se relacionam com a nossa fragilidade verdadeira, real: a fragilidade dos que vivem.
Deixar de viver o que é para ser vivido não nos livra da nossa fragilidade, mas nos transforma em mortos vivos. O nosso desafio é caminhar neste fio - como equilibristas que exercem sua arte - e na arte de viver a vida, deixar que “o sopro” nos conduza, anime e respire em nós. E usar nossa inteligência para ajudar a preservar outras frágeis vidas, outros seres, outras espécies. A fragilidade dos seres, a que torna iguais em sua finitude todos os que vivem, deveria favorecer a nossa compaixão e solidariedade.

 Norma Suely Facchinetti
Imagem Google

segunda-feira, 3 de maio de 2010

BEIJO APAIXONADO


Beijo de paixão


Tem que ser molhado e demorado

Longo e bem gostoso

Arrebatar os sentidos

Entorpecer a sensatez

Afastar a timidez

Convidando o corpo

Ávido de desejos

A amar... amar e amar

 
Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

sábado, 1 de maio de 2010

HINO NACIONAL DA COPA DO MUNDO NA ÁFRICA



Juntar uma estrela internacional e um dos grupos de maior sucesso no país-sede. Essa foi a receita dos organizadores da Copa do Mundo de 2010 na escolha da canção que será o hino oficial do evento. A música intitulada Waka Waka (This Time for Africa), da cantora colombiana Shakira e da banda sul-africana Freshly Ground já pode ser encontrada na internet.


Shakira será a principal estrela musical na festa de abertura do Mundial na África do Sul, que acontece no estádio Orlando, em Soweto, dia 10 de junho, véspera do primeiro jogo da competição, África do Sul x México. Além disso, a cantora e o Freshly Ground devem executar o “hino da Copa” momentos antes da grande final, no dia 11 de julho no estádio Soccer City, em Joanesburgo.


Shakira e grupo Waka Waka unidos pela Copa

“A música oficial [da Copa] é muito aguardada pelos fãs, assim como o mascote e o logotipo. É parte da identidade do evento esportivo mais fascinante do mundo. Essa canção é a personificação do ritmo e da identidade africana e define o ritmo para esse evento único. Estou ansioso para ouvir a música durante o torneio e assistir a apresentação de Shakira e do Freshly Ground na final”, afirmou o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

Os artistas comemoraram o lançamento da canção e falaram sobre a “honra” de cantarem a música oficial da Copa. “A Copa do Mundo é um milagre de agitação global, conectando todos os países, raças, religiões e condições sociais em torno de uma paixão. Ela representa um evento com o poder de unir e integrar, e essa música é sobre isso”, disse Shakira.

“Estamos muito satisfeitos de ter colaborado com Shakira em Waka Waka (This Time for Africa), especialmente porque nós sentimos que a música capta o espírito e a energia da Copa do Mundo Africana. Temos certeza de que a canção vai inspirar pessoas ao redor do mundo para celebrar o encontro das nações no lugar onde a humanidade começou. Aqui na África”, afirmou Zolani Mahola, uma das integrantes do Freshly Ground.

Contando também com uma versão em espanhol (Waka Waka (Esto es Africa)), a música terá todo o lucro obtido destinado ao programa da Fifa “20 centros para 2010”, que segundo a entidade tem o objetivo de “promover uma mudança social positiva por meio do futebol com a construção de 20 centros de ‘Futebol pela Esperança’ em comunidades carentes na África pela saúde pública e educação”.

Fonte: http://www.ig.com.br/

Homenagem ao Dia do Trabalhador


No espreguiçar do amanhecer,
a aurora abraça o sol,
acordando homens e mulheres,
para os exercícios no arrebol.

Todos correm para os campos da vida,
na diversidade de suas diferenças.
Com mão no arado, pisam forte
exultando suas crenças.

Valentes,
Erguem em seus braços,
bandeiras ferramentas,
No quilate responsabilidade
no uso a função que alenta.

Seja caneta, bisturi,
enxada ou mesmo um liberal,
não importa o instrumento,
todos trabalham igual.

Dignificando o tempo,
Marcham ao encontro do promissor,
prosperidade para o amanhã,
recompensa do labor.

Abençoadas são as mãos do trabalhador.

( Jair Martins )

Marcelo Daimon um talento que desponta

Talento cada vez mais reconhecido, Marcelo teve a alegria de ver uma de suas músicas no tema da novela das 18 horas na Rede Globo, Escrito nas Estrela, eu sempre acreditei na capacidade e ele ainda vai cada vez mais longe. Boa Sorte Irmão.


Coletânea de poemas de vários autores - Trabalho Primoroso da Poetisa Luna de Primo