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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Chegadas e Partidas


Este mês de maio está confuso pra mim. Perdi há uma semana, a pessoa mais generosa, carinhosa e sei com profunda convicção... Amava-me como filha. Hoje 26 de maio, Marcelo filho querido faz aniversário no Cósmico entre as estrelas e a qualquer momento a Joana minha neta filha da minha caçula Camila vai chegar. Um misto de sentimentos que nem em texto sei expressar. Deitada descansando depois de um árduo dia de trabalho, um filme passa em minha mente, lembro dos bons momentos que passamos juntos com Marcelo e com Mãe Deja para mim e Voinha para os meus filhos, um aperto me vem da alma, uma saudade tão dolorosa consolada pela fé de que a vida continua além do horizonte e que aos poucos cada um de nós vai se juntando aos que lá estão. Realmente este mês de maio está revirado para mim. Maio mês de Maria, dos Pretos Velhos, das Mães e Noivas, não poderia ser diferente, essa energia poderosa me dá forças para superar essas vicissitudes como também me prepara para a chegada da querida Joana. É o ciclo da vida, as chegadas e partidas

Elsy Myrian Pantoja

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Até breve




Mulher bonita, amorosa, guerreira, fruta madura do pé, criou seus filhos, cuidou dos netos e bisnetos, amou os genros e noras como se fossem seus filhos. Seu exemplo de força permanecerá para sempre em nossas vidas, como referencial de caráter, coragem e vencedora de todas as batalhas. Hoje tem festa no céu, anjos soam as trombetas para a chegada de mais um espírito iluminado, cuja missão foi cumprida a risca. Dejanira Pereira Campos, minha mãe que escolhi de coração e sogra amantíssima obrigada por todo amor e apoio que você me deu por todos esses anos juntas.

Elsy Myrian Pantoja 

Versos Soltos - Fernanda Young







”Eu gosto de carinho violento. De falar. De estar certa.
De quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso.

Da minha prole. Dos meus discos. Dos meus livros.
Dos meus cachorros. Dos Stones. Do Rock Natural.
Da minha solidãozinha. Dos meus blues. Do meu sofá vermelho.
Da minha casa. Do meu umbigo. De unhas cor de carmim.
De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias em branco. De chuva e de sol.
Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles.
Eu sou mole demais por dentro pra deixar todo mundo ver.
Eu deixo pra quem eu acho que pode comigo.
Ninguém sabe.
Mas eu tenho coração de moça.”

- Fernanda Young.

sábado, 14 de maio de 2011

Primeira Cria, Meu primerio Livro

 
 
 
Este é meu livro, nasceu meio sem querer, um apelo dos amigos para que eu divulgasse meus poemas e cronicas, agora o filho está parido e espero que o leitor aprecie meus texto amadores. Tudo aqui foi escrito com muito amor e por amor.

Para renascer é preciso perdoar

 
Nesta época em que a vida nos convida ao renascimento, deveríamos nos voltar para o nosso interior e observar o quanto de passado trazemos em nosso coração. Quanto peso carregamos em forma de mágoas, culpas, ressentimentos e julgamentos em relação a nós mesmos e aos outros. Se queremos falar de compaixão, de amor sublime é preciso nos prepararmos para isso... mas será que conseguimos com tanta bagagem pesando em nossa caminhada?

Necessitamos um olhar mais firme (e não crítico) sobre nós para deixarmos o passado para trás. Não é um exercício fácil, eu sei, mas se não começarmos a transformar nosso olhar permaneceremos estagnados na ilusão de que estamos indo para algum lugar. Desatar esses nós de rancores requer compreensão.

É preciso entender que cada um de nós tem uma história de vida diferente; que cada pessoa interpreta o mundo a sua volta segundo suas próprias experiências criando conceitos do que é bom e ruim, certo e errado; e que por isso suas ações têm motivos baseados em suas vivências. Da mesma forma que as nossas ações possuem alicerce no que aprendemos durante a caminhada.

Ao invés de julgarmos, deveríamos, antes de tudo, procurar compreender. Antes de lançarmos o nosso olhar crítico, deveríamos abrir nossos corações e ouvir o que o outro tem a dizer para entender suas razões deixando os nossos "achismos" e referenciais de lado.

Só podemos começar a falar em compaixão quando esse exercício de acolhimento do outro estiver na frente, perdoando. E isso começa conosco. Deixando as culpas para trás, compreendendo as nossas razões, libertando o nosso íntimo no auto-perdão.


"Quando em contato com outra pessoa, nossos pensamentos e atos devem expressar nossa mente compassiva, mesmo que essa pessoa diga e faça coisas difíceis de aceitar. Agimos dessa maneira até enxergar que nosso amor não depende de a outra pessoa ser amável."

Thich Nhat Hanh

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Para todas as mães


Ah! O amor das mães
Mães que amam demais
Mães guerreiras
Mães que se doam
Mães que se anulam
Mães que tiveram vários filhos
Mães que quiseram só um
Mães que perderam os seus
Mães que criam os filhos de outras
Mãe abnegação
Mãe oração
Mãe provedora
Mãe paz
Mãe amor incondicional
Mãe ciumenta
A todas elas nossas homenagens
No dia dedicado a esse ser sublime
Anjo nosso de cada dia

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

Coletânea de poemas de vários autores - Trabalho Primoroso da Poetisa Luna de Primo