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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Como abordar a Mãe que perdeu seu Filho



Quando estiver tentando ajudar uma mulher que perdeu um filho, não ofereça sua opinião pessoal sobre sua vida, suas escolhas, seus projetos para seus filhos. Ou como ela deveria se comportar. Não diga: É a vontade de Deus. Por favor, não deduza o que Deus quer para mim. A vontade de Deus é que ninguém sofra. Ele apenas permite apesar de saber que muitas coisas terríveis que acontecem são permitidos por Deus, isto não faz estes acontecimentos menos terríveis. Não diga: Foi melhor assim do que de outra forma.. Por favor, não tente me confortar destacando isto. Não diga: Você tem outros filhos.Se tivesse a escolha entre perder este filho ou furar meu olho com um garfo, eu teria dito: Onde está o garfo? Eu morreria por este filho, assim como você morreria por seu filho. Uma mãe pode ter dez filhos, mas sempre sentirá falta daquele que se foi, Não diga: Agradeça a Deus pelo(s) filho(s) que você tem. Se a sua mãe morresse num terrível acidente e você estivesse triste, sua tristeza seria menor porque você tem seu pai? Não diga: Já não é hora de deixar isto para trás e seguir em frente? Esta situação não é algo que me agrada. Eu queria que nunca tivesse acontecido. Mas aconteceu e faz parte de mim para sempre. A tristeza tem seu tempo e não é o meu ou o seu. Não diga: Eu entendo como você se sente. A menos que você tenha perdido um filho, você realmente não sabe como eu me sinto. E mesmo se você tivesse perdido, cada um vivencia esta tristeza de modo diferente. Não me conte histórias terríveis sobre sua vizinha, prima ou mãe que teve um caso parecido ou pior. A última coisa que eu preciso ouvir agora é,  isto pode acontecer seis vezes pior ou coisas assim. Estas Histórias me assustam e geram noites de insônia assim também como tiram minhas esperanças. Mesmo as com finais felizes, não compartilhe comigo. Não finja que nada aconteceu e não mude de assunto quando eu falar sobre o ocorrido. Se eu disser antes do meu filho morrer...Ou quando ele estava vivo...não se assuste. Se eu estiver falando sobre o assunto, isto significa que eu quero falar. Deixe-me falar. Fingir que nada aconteceu só vai me fazer sentir incrivelmente sozinha. Não diga,  não é sua culpa,talvez não tenha sido minha culpa, mas era minha responsabilidade e eu sinto que falhei. O fato de não ter tido êxito, só me faz sentir pior. Diga: Eu sinto muito, é o suficiente. Você não precisa falar nada as palavras dizem por si. Diga: Ofereço-lhe meu ombro e meus ouvidos. Diga: Eu fiz uma oração por você. Mande flores ou uma pequena mensagem. Cada uma que recebi, me fez sentir amada. Não envie novamente se eu não responder. Não ligue mais de uma vez e não fique brava se eu não atender sua chamada. Se nós somos amigos íntimos e eu não estiver respondendo suas ligações, por favor, me visite. Não espere tão cedo que eu apareça em festas ou vibre de alegria no natal ou ano novo, reconheça que eu sofri uma morte em minha família não é simplesmente uma licença médica. Reconheça que, além dos efeitos colaterais físicos, eu vou estar triste e angustiada por algum tempo.Por favor, me trate como você trataria uma pessoa que vivenciou a morte trágica de alguém que amava.Eu preciso de tempo e espaço. Eu talvez diga olá, mas talvez eu não consiga reprimir as lágrimas.Talvez as semanas ou meses vão passar antes que eu fique pelo menos uma hora sem pensar nisso. Você saberá quando eu estiver pronta. Acima de tudo, por favor, lembre-se  isto é a pior coisa que já me aconteceu. A palavra morte é pequena e fácil de dizer. Mas é a morte do meu filho.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Desde Que Não Tenho Você

TRADUÇÃO DA MÚSICA  SINCE I DONT'T HAVE YOU 
Eu não tenho planos nem projetos
E eu não tenho esperanças e sonhos

Eu, eu, eu não tenho nada
Desde que eu não tenho você

E eu não tenho desejos tolos
E eu não tenho horas felizes
Eu não tenho nada
Desde que eu não tenho você

Felicidade, eu acho
Que nunca terei novamente
Quando você saiu de mim
Entrou toda a miséria
E ela esteve aqui desde então

Sim, estamos ferrados!

Eu não tenho amor para compartilhar
E eu não tenho ninguém para cuidar
Eu não tenho nada
Desde que eu não tenho você

Você, você, você, oh, oh!
Você, você, você, oh, oh!
Você, você, você, oh, oh!
Você, você, você, oh, oh!
Você, você, você, oh, sim!

Esta música lembra como fiquei sem meu filho !!!!


O Açaí dos Paraenses





E pra que tu foi plantado, e pra que tu foi plantada

Pra invadir a nossa mesa, e abastar a nossa casa
Teu destino foi traçado pelas mãos da mãe do mato
Mãos prendadas de uma deusa, mãos de toque abençoado
És a planta que alimenta a paixão do nosso povo

Macho fêmea das touceiras onde Oxossi faz seu posto
A mais magra das palmeiras mas mulher do sangue grosso
E homem do sangue vasto tu te entrega até o caroço
E a tua fruta vai rolando para os nossos alguidares
E se entrega ao sacrifício, fruta santa fruta mártir
Tens o dom de seres muito onde muitos não têm nada
Uns te chamam de açaizeiro, outros te chamam Jussara
Põe tapioca, põe farinha d'água, põe açúcar não põe nada ou me bebe como um suco que eu sou muito mais que um fruto
Sou sabor marajoara ...


(Nilson Chaves)

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Para Viver Melhor





Não se preocupe se ocupe.
Ocupe seu tempo, ocupe seu espaço, ocupe sua mente.
Não se desespere, espere.
Espere a poeira baixar, espere o tempo passar, espere a raiva desmanchar.
Não se indisponha, disponha.
Disponha boas palavras
Disponha boas vibrações,
Disponha sempre.
Não se canse, descanse.
Descanse sua mente, descanse suas pernas, descanse de tudo.
Não menospreze, preze.
Preze por qualidade, preze por valores, preze por virtudes.
Não se incomode, acomode
Acomode seu corpo, acomode seu espirito, acomode sua vida
Não desconfie, confie.
Confie no seu sexto sentido,
Confie em você, confie em deus.
Não  se torture ature com tolerância.
Não pressione, impressione.
Impressione pela humildade,
Impressione pela simplicidade
Impressione pela elegância.
Não crie discórdia, crie concórdia,
Concórdia entre as nações,
Concórdia entre as pessoas,
Concórdia pessoal.
Não maltrate , trate bem.
Trate bem as pessoas, trate bem os animais, trate bem o planeta.
Não se sobrecarregue,
Recarregue.
Recarregue suas forças,
Recarregue sua coragem,
Recarregue sua coragem
Recarregue sua esperança.
Não atrapalhe, trabalhe.
Trabalhe sua humanidade,
Trabalhe suas frustrações.
Não Conspire, inspire.
Inspire pessoas, inspire talentos, inspire saúde.
Não se apavore, ore.
Ore a Deus, ore aos Santos, ore as forças e as energias.
Somente assim viveremos dias melhores.


A.D

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Franz Kafka e a Boneca Viajante



Franz Kafka e a Boneca Viajante
Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Não tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse à boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia: “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo.”. 
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas, que narravam às peripécias da boneca em todos os cantos do mundo: Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca. 
Ela era obviamente diferente da boneca original. 
Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”. 
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia:
“Tudo que você ama você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.

Recebi este texto da minha Amiga - Mariam Ahmad 

Está Escrito








Quem cultiva a semente do amor
Segue em frente e não se apavora
Se na vida encontrar dissabor
Vai saber esperar a sua hora
Às vezes a felicidade demora a chegar
Aí é que a gente não pode deixar de sonhar
Guerreiro não foge da luta, não pode correr
Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer
É dia de sol, mas o tempo pode fechar
A chuva só vem quando tem que molhar
Na vida é preciso aprender
Se colhe o bem que plantar
É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar
Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza embora
Basta acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar!
Erga essa cabeça, mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza embora
Basta acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar!

Piloto Automático

terça-feira, 17 de maio de 2016

Viverei por ti




Se fico bem irradio paz a ti...Sinto teu estremecimento quando tenho minhas recaídas dolorosas e dou vazão ao choro incontido até os olhos fecharem. Acostumar com sua ausência? Jamais e hoje penso assim, talvez daqui alguns anos essa dor esteja atenuada mas acho impossível. No momento me esforçando pra ser forte por ti, para contribuir na sua jornada em direção aos nossos mentores e amigos espirituais. Salvei todas as suas músicas, fiz uma play list e as ouço por horas a fio e me acalmo até a chegada do sono restaurador. Meu amor é infinito e imensurável. Viverei por ti e meu único desejo é que fiques bem e assim ficarei bem até o nosso reencontro.

Elsy Myrian Pantoja 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Eu não estou vivendo, estou sobrevivendo



Daria tudo agora, pra ter sua presença física aqui do meu lado, senti novamente o teu cheiro, ouvir a tua voz ao chegar em casa com sua luz clareando meu mundo já tão obscuro. Só você tinha a capacidade de me tirar do limbo, alegrar meus dias me dando motivos pra viver. A saudade, a sua ausência me paralisa, perdi a capacidade de sonhar e a vontade de viver. Acredito que estás bem em algum lugar e bem melhor que nós aqui, sobrevivendo com suas lembranças e a esperança de algum dia em algum lugar em outras dimensões a gente se encontre e que não demore esse reencontro.

Elsy Myrian Pantoja

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Saudade Arretada

Eta saudades arretada,
que no peito bate,
vem dando porrada,
licença não pede.



Não quer nem saber,
se acomoda,
até não mais espaço ter,
muito folgada.



Aperta o peito tanto,
que a dor acaba em pranto,
afogando a danada,
que é levada pela enxurrada.



O peito se acalma então,
desacelera o coração,
saudades deu lugar a lembrança,
sentindo de quem ama a presença.




Luconi
22-04-16

sábado, 9 de abril de 2016

Sobre a transição ( morte física ) do meu Filho Dimas Campos Rosa Filho

  
Novembro...Mês de todas as dores pra mim. Meu pai faleceu no dia 27 de novembro, meu sogro amantíssimo no dia 04 de novembro e meu filho, amor da minha vida, melhor amigo e confidente, parceiro com seu amor incondicional, também se foi em 01 de novembro de 2015, exatamente 06 dias antes do meu aniversário. Só agora com os pensamentos e sentimentos mais ou menos organizados pude escrever sobre esta tragédia que devastou nossa família e amigos. Um amanhecer estranho, eu na serra sem internet e celular acordei de um pesadelo hediondo em que ele se mostrava a mim, ferido, sangrando e indo sem que eu pudesse toca-lo, despertei com o coração opresso, me dirijo a varanda para respirar e entender aquele sentimento funesto e avassalador. Enquanto isso, tudo já estava consumado...Aproximadamente a 1 da manhã de domingo dia de todos os santos, após jantar com o irmão e deixa-lo em casa, no caminho, sem explicação uma colisão frontal do seu carro com um ônibus da viação 1001, intermunicipal. Não sobrou nada a morte foi instantânea, seu corpo saudável, sua mente brilhante fruto de muitos cursos e viagens pelo mundo afora se apagou. Seu espirito inquieto enfim encontrou a paz, mas nos deixou destroçados pela perda presencial de tanta generosidade, inteligencia, amor incondicional, filho exemplar e partiu. Hibernei por 2 meses tentando entender, aceitar e continuar. Desci aos infernos de tanta dor e achei que não ia sobreviver a carga de tanto sofrimento. Passados 5 meses, começo a emergir da escuridão e aceitar ao que me foi imposto por forças a mim desconhecidas, já que não sou ligada a nenhuma religião ou rótulos, o que me norteia é o amor ao próximo e não faça a ninguém aquilo que não gostaria que fizessem contigo. Mergulhei fundo no trabalho, indo até a exaustão como forma de terapia. Atualmente vivo de recaídas repentinas e o choro vem sem hora de parar e assim vou administrando cada dia para suplantar a saudade dolorosa daquele que foi meu parceiro, confidente e muito, muito mesmo amado filho aqui e por toda eternidade.


Elsy Myrian Pantoja
Direitos Autorais Resrvados        

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Biografia de Enrico Caruso



No dia 25 de Fevereiro de 1873, nasceu, em Nápoles, o tenor italiano Enrico Caruso, considerado pelo não menos importante tenor Luciano Pavarotti, o maior intérprete da música erudita de todos os tempos. Começou a carreira em 1894, aos 21 anos de idade, na cidade natal. As mais famosas interpretações foram como Canio na ópera “I Pagliacci”, de Leoncavallo e como Radamés, na “Aida”, de Verdi. Em meados da década de 1910 já era conhecido internacionalmente. Era constantemente contratado pelo Metropolitan Opera de Nova Iorque, relação que persistiu até 1920. O compositor lírico Giacomo Puccini e o compositor de canções populares Paolo Tosti eram seus amigos e compuseram obras especialmente para ele. Foi também conhecido pelos seus trabalhos como caricaturista.
Enrico Caruso foi um dos primeiros cantores a gravar discos em grande escala. A indústria fonográfica e o cantor mantiveram uma estreita relação, o que ajudou à promoção comercial de ambos. O seu repertório incluía cerca de sessenta óperas, a maioria delas em italiano, embora ele tenha cantado também em francês, inglês, espanhol e latim, além do dialecto napolitano das canções populares da sua terra natal. A sua vida foi tema de um filme norte-americano de 1951, repleto de ficção, intitulado “O Grande Caruso”, com o cantor lírico Mario Lanza interpretando o papel de Caruso. Devido ao seu conteúdo altamente ficcional, o filme foi proibido em Itália. Enrico Caruso morreu, em Nápoles, a 2 de Agosto de 1921.


sábado, 20 de junho de 2015

Intolerância e Preconceito até quando vamos suportar

                 



Intolerância e Preconceito até quando vamos suportar

                                                 


Estamos voltando a barbárie? Uma menina apedrejada por ser adepta do candomblé, o templo dos Magos no RJ atacado e quase destruído, o túmulo do grande e bondoso médium Chico Xavier sofreu avarias causadas pelo ataque dos insanos intolerantes e hoje a mais dolorosa notícia, o Lar Frei Luiz que sempre acolheu os que ali se dirigem com suas dores, aflições e mazelas foi alvo de um ataque sórdido e cruel, o Médium Gilberto Arruda conhecido por sua bondade, dons de cura inclusive de várias celebridades que ali recorriam em busca de alívio , foi barbaramente assassinado em seu quarto no Lar Frei Luiz, mais de 50 anos dedicados ao próximo. Estou pesarosa vendo a humanidade descendo ladeira abaixo na escala do amor, compreensão e todas as virtudes que norteiam as pessoas de bem. Falta pouco para começar a acender as fogueiras e começarmos uma nova era de Inquisição. Fico pensando como Jesus seria visto nos dias de hoje ao acolher uma Puta ou um Gay, sim porque segundo a bíblia dos cristãos até as crianças quiseram afastar de sua presença e ele respondeu...Deixai vir a mim as criancinhas.

Elsy Myrian Pantoja
Direitos Autorais Reservados

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A Novela A Viagem

A novela A VIAGEM, foi a ultima novela que assisti, a mais linda história de amor já encenada  em telenovelas.

A Viagem é uma novela de Ivani Ribeiro com colaboração de Solange 
Castro Neves, direção de Wolf Maya, Ignácio Coqueiro e Maurício Farias e direção geral de Wolf Maya. Produzida e exibida pela Rede Globo, às 19h, de 11 de abril a 22 de outubro de 1994 em 167 capítulos.

Não só vida após morte, mas almas gêmeas e vidas passadas foram temas que movimentaram a trama de “A Viagem”. Diná (Christiane Torloni) sentia uma paixão doentia e sufocante pelo marido Téo (Maurício Mattar) ao mesmo tempo que um ódio e repugnância por Otávio Jordão (Antônio Fagundes), o advogado responsável em colocar o marginal Alexandre (Guilherme Fontes), irmão de Diná, na cadeia. Fato que acabou incentivando Alexandre a cometer o suicídio. No decorrer da história, Otávio se vê completamente apaixonado pela mulher que insiste em maltratá-lo e Diná acaba conhecendo o verdadeiro amor, através de Otávio. Nunca mais a vida dos envolvidos seria a mesma, assim como estão entrelaçados há séculos, através de outras vidas.





Juntos no Planos Espiritual, Diná e Otávio como Espíritos de  Luz no ultimo capitulo deixam essa linda mensagem comovente, nos mostrando que a vida e o verdadeiro amor continua além deste véu de ilusão.




"Hoje, de algum lugar longe dessas terras
Há um doce olhar só pra você
Um olhar especial
De alguém especial, de distantes origens
Um olhar de um justo coração que pulsa só a vida
Que sorri porque ama plenamente
Sem julgamentos, preconceitos nem prisões

Hoje, como ontem, longe desses céus
Há um encantado olhar só pra você
Nesse olhar vai para você a magia da luz
A simplicidade do perdão
A força para comungar com a vida
A esperança de dias mais radiantes de paz

Hoje, de algum lugar dentro de você,
Alguém que já o amou muito e ainda o ama
Diz para você que valeu a pena ter estado nessas terras...
Sob estes céus...
Falando de união, paz, amor e perdão
Poder sentir a força que faz você sorrir
E continuar o caminho
Que um dia aquele doce olhar iniciou pra você
Tudo isso, só para você saber que
A VIDA CONTINUA...
E A MORTE É UMA VIAGEM!"





Elsy Myrian Pantoja
Trechos do Site Vamos Recordar inclusive as Imagens 

sábado, 13 de setembro de 2014

FIM DE UM RELACIONAMENTO



Talvez seja essa a grande vilã dos relacionamentos. A bagagem emocional. 
O resquício, o trauma, as mazelas, as lembranças, tudo isso gera insegurança e medo do novo. O medo do “de novo, o medo de se entregar, de acreditar, de se dedicar e de se decepcionar. 
E tudo isso porque alguém uma certa vez teve a infeliz ideia de dizer que é normal errar uma vez, mas prosseguir no erro é indigno.
 Tolice eu diria, não existem erros iguais, apenas situações coincidentes. Você não erra duas vezes igual porque não existem nessa vida duas situações idênticas e mesmo se existissem, a pessoa que você esta lidando não é a mesma e sobretudo e o mais importante no caso, é que você não será mais o mesmo. 
A cada erro um aprendizado. A cada vez que você acredita que será diferente realmente há de ser, talvez novamente não tenha o final que você procura, mas terá um final que você ainda desconhece, final esse que vai te transformar em uma pessoa mais preparada do que você é hoje e isso por si só já vale o risco.
 A bagagem emocional te aprisiona e te faz ser injusto. Faz com que você jogue as decepções de um relacionamento passado na conta de uma pessoa que não tem nada haver com isso. Faz você duvidar da sorte. Faz você afastar uma pessoa boa da sua vida com medo de se decepcionar com ela, ou de causar essa decepção. É essa bagagem que faz surgir clichês do tipo: “Todo homem não presta” ou “toda mulher é interesseira”.
 Superficial e tolo como tantas outras conclusões que se ouve por aí. Não é todo homem que não presta, talvez o que não preste sejam os seus critérios de escolha, ou os lugares que você tem procurado esses homens, Já pensou nisso ? E nem toda mulher é interesseira e sim você que faz de tudo pra atrair as que são, mostrando mais o que você tem do que o que você é. Se importando com imagem, marcas, grife e status. 
Status nada mais é que comprar coisas que você não gosta, com um dinheiro que você não tem, para mostrar para pessoas que você nem conhece direito, um ser que você não é. Se comportando assim não resta dúvidas quanto ao tipo de pessoas que irão se aproximar de você, o passado não pode fechar portas para o futuro, ele apenas te direciona sobre quais novas portas abrir, pensa nas suas decepções passadas e o quanto que você se tornou uma pessoa melhor depois delas, não valeu a pena ? De qual outra forma você poderia alcançar a maturidade que você tem agora ? Foi dolorido ? Com certeza! Mas ninguém nunca te disse que seria fácil. É também por conta dessa bagagem emocional que surgem as fórmulas prontas. Não ligue no dia seguinte, tente não demonstrar interesse, cuidado com as palavras fortes, demore um pouco pra responder… Fórmulas que deram certo em momentos distintos e com pessoas totalmente diferentes de você.
O mundo seria um lugar melhor se as pessoas procurassem ser mais verdadeiras e ficassem menos na defensiva, menos fórmula pronta, mais cara limpa. Você gosta? Então diga! Está com saudade ? Procure! Quer conversar ? Liga! Sem medo, sem frescura, sem orgulho, sem receio. E você que esta recebendo tal tratamento, não seja estúpido e trate essa pessoa com a atenção e a verdade que ela merece, coragem e transparência são itens raros nos dias de hoje e não faz sentido você que reclama tanto de não poder confiar nas pessoas não saber valorizar quando aparece alguém que te trata com verdade. Acho que as pessoas perderam o hábito de lidar com a verdade, por isso ela assusta tanto. Não tenha medo de ser feliz, mais vale um mês de alegria do que um ano inteiro de solidão. Ninguém sabe quanto tempo vai durar. Um casamento, um namoro, um romance, uma amizade, um amor, a vida. Tudo é passageiro e incerto. Mas o medo de acabar não pode nunca te impedir de tentar,  é comum ouvir por aí alguém dizer: “Terminei meu namoro de 3 anos,  não deu certo!” Não deu certo ? Como não ? Em tempos onde casamentos duram meses você me diz que um relacionamento de 3 anos não deu certo? Deu muito certo, caso contrario não teria durado tanto. Foi verdadeiro ? Foi intenso ? Deixou boas recordações ? Então deu certo sim, e valeu a pena, se houve dor e decepção no caminho, é o preço natural que se paga. Que venham outros amores, outros amigos, outros lugares e outros momentos. Que a dor de um adeus não seja maior que a alegria de um recomeço. Que o medo de errar não seja maior que a vontade de acertar. Porque a vida vai ser sempre essa roda gigante e se você não aguentar o frio na barriga na hora da descida, não vai sentir o vento no rosto e a sensação única da subida. E vai por mim, a vista lá de cima é incrível.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Momentos marcantes de Fridha Kahlo




Única e intensa, Frida Kahlo pode ser considerada uma mulher a frente de seu tempo e cheia de vida – mesmo com todas as dificuldades que precisou enfrentar, desde doenças a traições – e se tornou, ao longo dos anos e até depois de sua morte, um ícone das artes e do universo feminino.
Em cartaz no MON (Museu Oscar Niemeyer), em Curitiba, a exposição “Frida Kahlo – As suas fotografias” reúne com exclusividade 240 fotos que revelam a intimidade da artista - desde a família, o fascínio por Diego Rivera, seu grande amor, até a luta política e a arte – revestida pela paixão pela vida. A exposição fica em cartaz até novembro e a entrada custa R$ 6.
O acervo contêm fotos tiradas pela própria Frida, parentes e amigos fotógrafos, e reflete os interesses que a pintora teve desde sua infância e ao longo da vida. Se o que você está precisando é de uma ‘pitadinha’ de inspiração para seguir em frente ou apenas visitar a exposição, que tal conhecer um pouco mais sobre a vida – incrível – de Frida, que prometem fazer você se apaixonar por ela?
frida kahlo
1.Viu beleza nas tragédias – irremediáveis - da vida
A inspiração de Frida para suas pinturas e fotografias, vieram de suas angústias e dificuldades em lidar com sua própria condição. Quando criança, Frida contraiu poliomielite que deixou uma lesão no seu pé esquerdo, e ganhou o apelido de ‘Frida perna de pau’. Mais tarde, em 1925, a artista sofreu um acidente em que teve múltiplas fraturas e precisou fazer 35 cirurgias. Foi nesse período, em que ficou presa à sua cama e com problemas na coluna, que começou a pintar e retratar suas angústias e frustrações em suas criações. A biógrafa Hayden Herrera, no livro “Frida – A Biografia”, cita uma fala da artista que demonstra a vontade de viver:
“Por eu ser jovem”, ela disse, “o infortúnio não assumiu o caráter de tragédia: eu sentia que tinha energias suficientes para fazer qualquer coisa em vez de estudar para virar médica. E, sem prestar muita atenção, comecei a pintar.”
2.Transformou suas deficiências em estilo
Cheias de cores e ricas em elementos florais, as roupas de Frida Kahlo viraram tendência e ícones de estilo e até ganharam exposição e livro só para elas. Enquanto, na verdade, sua autenticidade era uma forma de esconder suas deficiências provocadas pelo acidente, em 1925, e pela poliomielite que teve quando pequena, que deixou sequelas em seu pé esquerdo. Seus sapatos, inclusive, eram adaptados exclusivamente para ela, com um salto maior do que o outro para nivelar sua altura. Seus ‘corpetes’, na verdade, eram coletes ortopédicos.
3. Escolheu viver com intensidade um amor cheio de defeitos
Na maioria de suas obras, Frida se autorretratou: as angústias, as vivências, os medos e principalmente o amor incondicional que sentia pelo marido, o pintor e muralista mexicano mais importante do século 20 Diego Rivera, com quem se casou em 1929. Mesmo com uma relação complicada enquanto casal e rodeada de traições de ambas as partes, foi ele que ajudou Frida a revelar-se como artista.
4. Sofreu três abortos
Após muitos altos e baixos na carreira e na vida com Diego Rivera, Frida sofreu três abortos, enquanto tinha a esperança de ser mãe e constituir uma família completa ao lado do marido.
5. Teve uma perna amputada
Com o tempo, Frida foi ficando mais sensível e seu estado de saúde também. Em 1950, em decorrência da poliomielite que teve na infância, os médicos diagnosticaram a amputação da de sua perna esquerda, o que a fez entrar em depressão. Mesmo assim, a artista continuou a pintar: uma de suas últimas obras foi "Natureza Morta (Viva a Vida)".
6. Viveu um romance escondido com Leon Trotsky
Amigos de revolucionários da época, Frida e Diego chegaram a abrigar um dos ícones da revolução russa em casa: Leon Trotsky, sua mulher e netos foram acolhidos pelo casal. O que é menos sabido é que Trotsky e Frida tiveram um romance que durou quase um ano e havia recém terminado quando Rivera o descobriu.
7. Era para ter se formado médica
Frida tinha um destino traçado: antes de começar sua carreira nas artes, ela cursava faculdade de medicina no México. Mas sua relação com as artes vinha desde pequena, quando, seu pai, Guillermo Kahlo, fazia pinturas autorais para passar o tempo.
8. Morreu aos 47 anos
Na madrugada do dia 13 de julho de 1954, Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon foi encontrada morta dentro de casa. Ela tinha 47 anos. As últimas palavras foram encontradas em seu diário: “Espero alegre a minha partida – e espero não retornar nunca mais”. O caderno com diversas anotações secretas da artista virou livro.
9. Foi capa da revista Vogue
Em 2012, A Vogue México deixou de lado as modelos para sua capa de novembro e estampou a publicação com ninguém menos que a pintora Frida Kahlo (1907-1954). Quase 60 anos após a morte da artista mexicana, com imagem feita pelo fotógrafo Nickolas Muray, Frida estampa pela primeira vez a capa de uma revista de moda.
10.Mexer nos pertences de Diego e Frida era proibido 
Após a morte da pintora, Diego Rivera exigiu 15 anos de segredo para os pertences do casal. No entanto, ele morreu três anos depois e deixou Dolores Olmedo, uma colecionadora de arte, como administradora de seu acervo e ela se recusou a dar acesso às peças até para o Museu Frida Kahlo. Somente após sua morte, em 2004, os objetos foram desbloqueados e formaram a exposição sobre as roupas e pertences de Frida nunca antes vistos pelo público.

Crédito da Postagem : http://www.brasilpost.com.br/

quinta-feira, 16 de maio de 2013

ACONTECEU EM WOODSTOCK







O norte-americano Michael Wadleigh tinha 27 anos quando decidiu filmar os shows do lendário Festival de Woodstock em 1969. Foi o único cineasta a registrar o evento. No ano seguinte, o cineasta então desconhecido tornou-se celebridade internacional ao lançar nos cinemas "Woodstock - Onde Tudo Começou". Filmado por cinco câmeras sob o comando de Wadleigh – que chegou a ser chutado para fora do palco durante o show do The Who – o documentário teve o desconhecido Martin Scorsese como assistente de direção e propagou imagens que fariam história pelo mundo afora.
Intercalando celebrações e delírios da plateia de meio milhão de pessoas a performances definitivas de Janis Joplin, Jimi Hendrix, Joe Cocker e uma galeria de nomes e bandas mitológicas, naquele chuvoso fim de semana de agosto de 1969, o filme de Wadleigh venceu o Oscar em 1971 e marcou época. Em 1994, o mesmo Wadleigh foi o centro das atenções quando, nos 25 anos do festival, lançou nova versão de seu documentário com preciosos 40 minutos que não estavam na versão exibida nos cinemas – que tinha 154 minutos e foi lançada em VHS nos anos 1980.








Mais de 40 anos depois, Wadleigh surgiu com uma nova "versão do diretor" para o documentário que já parecia completo na versão original. "Woodstock - 3 Dias de Paz, Amor e Música" (Warner) chegou às lojas em quatro DVDs e em Blu-Ray. O novo filme traz as 32 bandas e suas 250 canções em mais de quatro horas – com quase duas horas de cenas nunca vistas, incluindo documentário sobre a década de 1960, novas performances, entrevistas saborosas e depoimentos emocionados da época.
Wadleigh selecionou o que havia de melhor em seu arquivo para editar a nova versão. São cenas surpreendentes, para deleite dos apaixonados pelo melhor do rock'n'roll: das festas da plateia às sequências inéditas de alguns dos maiores mitos da música em seus melhores momentos – entre eles, a íntegra de atuações nunca exibidas de 13 bandas e artistas como Janis, Hendrix, Joan Baez, Santana, The Who, Grateful Dead e outras performances inspiradas. 



A "versão do diretor" traz ainda comentários de Wadleigh, que lança luzes sobre os bastidores de produção do festival que mudou a história do rock – revelando que os organizadores pensaram em desistir de tudo, na última hora, por causa do desconforto das chuvas e dos congestionamentos gigantescos que os milhares de sortudos e corajosos enfrentaram para chegar à fazenda que seria sede do evento mais mítico da era da contracultura.
Nos extras da nova versão do documentário, Wadleigh comenta seu próprio trabalho diante do que define como o melhor show da história. "O certo é que todas essas pessoas estavam lá por algo mais que uma música maravilhosa e foi isso o que retratamos", explica Wadleigh, que manteve os irreverentes cabelos longos que usava nos anos 1960, quando embarcou em uma história que, segundo ele próprio comenta, soava a "ecologia, comunismo e cultura". 




Woodstock, lembra o diretor, é uma unanimidade como mais importante evento de música da história e um marco em nossa civilização: é quando o rock'n'roll, que surgiu na década anterior, chega ao poder. Pelas imagens flagradas por Wadleigh, é possível acompanhar a felicidade da multidão que viveu "três dias de paz, amor e música" – palavras que ganharam corações e mentes por traduzir a juventude em uma época marcada por desilusões.
O tom de fim da utopia transparece no show que encerra o festival, com Hendrix tirando sons torturados da guitarra e improvisando na microfonia "Star Spangled Banner", o hino nacional norte-americano. Enquanto no Brasil surgia o movimento tropicalista e a ditadura militar atingia seu momento mais repressor, com o Ato Institucional Nº 5 cassando as liberdades individuais, a juventude de outros países também vivia momentos sombrios, ainda que instigantes – com lutas históricas pela liberdade e pelos direitos civis.



Nos Estados Unidos, Luther King e Robert Kennedy são assassinados em 1968, enquanto explodia a guerra do Vietnã, o mais longo conflito armado desde a Segunda Guerra. Nos cenários de Woodstock, porém, como define no novo filme de Wadleigh um dos organizadores do festival, tudo alcançaria a dimensão de paraíso – apesar das filas gigantes para tudo, da chuva que não parava e do barro acumulado. Foi o auge da liberação e do "paz e amor" – como indica o gesto de indicar dois dedos em riste, imagem que se tornaria o símbolo de uma época e síntese poética dos novos tempos no mundo inteiro.
O lendário encontro de tribos que colocou Woodstock no centro e na vanguarda da consciência de cidadãos do mundo todo, quatro décadas depois ganharia outros tributos, além da nova versão do documentário de Michael Wadleigh. De todos os tributos ao festival, alguns merecem atenção especial, entre eles os livros “Woodstock” (editora Agir), de Pete Fornatale, e “Aconteceu em Woodstock” (editora Best Seller), de Elliot Tiber, que foi a base do roteiro do filme "Aconteceu em Woodstock” (“Taking Woodstock”, 2009), de Ang Lee. Há, ainda, o registro do show quase inacreditável de Hendrix no encerramento do festival, lançado em DVD duplo. 






Jimi Hendrix – Live in Woodstock” (Sony), que havia sido lançado nos cinemas nos anos 1970, em versão reduzida de 80 minutos, agora recebeu nova edição, com câmeras alternativas e uma versão inédita da íntegra do show, filmado em sua sequência original, sem cortes, com cada gesto e acorde do maior guitarrista de todos os tempos entoando “Foxey Lady”, “Message To Love”, ”Hey Joe”, ”Spanish Castle Magic” e “Lover Man”, entre outros clássicos da era do rock.

O documentário de Hendrix em Woodstock também inclui material bônus exclusivo como as coletivas de imprensa com o guitarrista falando a respeito do festival, entrevistas com os organizadores e muitas e muitas cenas de bastidores. Numa das entrevistas, Hendrix faz breves comentários sobre a infância e sobre sua avó materna, descendente de índios Cherokee, que incutiu no jovem Jimi um forte sentido de orgulho por seus ancestrais. Também recorda em poucas palavras que descobriu a música aos 16 anos, quando ganhou de presente um ukelele.




Aos 19 anos, no início de 1962, Hendrix alistou-se no Exército, em Fort Campbell, Tennesse, e foi convocado para uma brigada de paraquedistas. No exército ele descobriria a guitarra e receberia dispensa médica pouco tempo depois do início do treinamento, após fraturar o tornozelo em um salto. Nos bastidores, Hendrix recorda suas primeiras experiências com a música e comenta que o som do ar assobiando no pára-quedas, durante sua temporada em Fort Campbell, foi uma das fontes de inspiração para seus solos na guitarra.



No Festival de Cannes, em 2010, quando seu filme concorreu A Palma de Ouro, Ang Lee explicou que sua proposta não foi reconstituir as cenas históricas de Woodstock. "Este filme não é sobre rock. É sobre o rito de passagem de um garoto que faz descobertas importantes sobre sua família e sua sexualidade. Seria impossível reconstituir a magia daquele palco. Para isso já existe o documentário de Michael Wadleigh”, alertou Ang Lee, cineasta taiwanês que ganhou notoriedade depois de "O Segredo de Brokeback Mountain", de 2005. Em “Aconteceu em Woodstock”, os lendários 32 concertos de rock nunca aparecem na tela. Em uma das cenas, a multidão de mais de 500 mil pessoas que lotou os campos é vista, mas somente à distância.




Enquanto Pete Fornatale, que era locutor de rádio na época do festival, reúne em seu livro dezenas de depoimentos de artistas e anônimos que viveram aqueles três dias de rock, no outro livro – que inspirou o filme de Ang Lee – Elliot Tiber, o inventor do Festival de Woodstock, revela os bastidores do evento que marcou uma geração. Até a realização do festival, Tiber lutava para evitar a falência do decadente hotel da família na pequena cidade de Bethel, no estado de Nova York.

Parecia uma missão impossível, pois a clientela que frequentava o local durante as férias havia descoberto a Flórida, e a indústria do turismo na região estava praticamente falida. Woodstock, segundo Tiber, aconteceu quase por acaso. Para salvar o hotel dos pais da falência, ele ofereceu o terreno para promover um show de rock e arrecadar dinheiro. Tiber só não sabia das proporções que o evento tomaria.... 

por José Antônio Orlando.




Janis Joplin, a musa principal do Festival de Woodstock,

flagrada em momentos distintos: no meio da plateia do festival
e aos 17 anos, em 1960, na formatura do curso secundário na
Jefferson High School em Port Arthur, às vésperas de ir para
a Universidade do Texas, onde começaria a cantar blues e iria
descobrir a atitude rebelde de Jack Kerouac, Allen Ginsberg,
William Burroughs e outros poetas da geração beat. Abaixo,
Janis no palco em Woodstock, fotografada por Rowland Scherman,
e uma das imagens que fizeram história, extraída do documentário de
Michael Wadleigh, único cineasta a registrar o Festival de Woodstock




Coletânea de poemas de vários autores - Trabalho Primoroso da Poetisa Luna de Primo