segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Reflexão do Fim de Ano


Um novo ano se aproxima e com ele as nossas expectativas de um mundo melhor e mais justo. O importante é seguir em frente o que fizemos ou deixamos de fazer agora pertence ao passado, é hora de refazer planos e criar projetos de vida de acordo com a nossa realidade.


Propormos-nos a errar menos, a sermos mais solidários com nossos semelhantes e nos unirmos cada vez mais a nossa família e amigos.

Devemos aproveitar o momento para refletir e nos auto-analisar e assim elevarmos nosso espírito, em busca da tão desejada paz.

Elsy Myrian Pantoja
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sábado, 26 de dezembro de 2009

Mascaras




O que não existe, o que não é real tem como característica a falsidade. Em nossa sociedade atual, muitos indivíduos sentem a necessidade de vivenciar uma personalidade que não é sua, cria em seu imaginário um personagem e neles se apóiam para vários fins. O engodo, o disfarce que usam e a desfaçatez se tornam necessários para a busca do reconhecimento e da bajulação. Em sua insanidade esse tipo de pessoa, usa de todas os artífices para obter credibilidade em suas ações . A concepção de falsidade traz certos proveitos, omitindo quem é verdadeiramente o falsário se mostra de maneira diferente para obter vantagens, lucros, ascensão social etc...
Cito aqui o grande jurista Rui Barbosa que afirmou certa vez, que de tanto ver triunfar a mentira e a falsidade, tinha até vergonha de ser honesto.
É muito fácil tornar uma historia cativante, basta ir acrescentado a ela alguns detalhes, pincelando com enredos fictícios é assim que muita gente sofre quando cai nas mãos de uma criatura dessa estirpe. Usando de apelo emocional geralmente se fazendo de vitima esse tipo de pessoa vai deixando para trás um rastro de decepções e dor. Mas como mentira tem pernas curtas um dia o falsário se dá mal vitima de seu próprio ardil.

Elsy Myrian Pantoja
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Homenagem a atleta Marta


Marta, quatro vezes premiada isso sim nos dá um orgulho imenso. Com apenas 23 anos já é destaque no mundo inteiro por suas atitudes positivas diante da sociedade.


Como mulher e brasileira é gostoso admirar seu carisma e humildade que coadunam com os méritos de atleta e uma grande esportista.

Parabéns Marta por representar tão bem nossa pátria e a alma brasileira.

Elsy Myrian Pantoja
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domingo, 20 de dezembro de 2009

Fotopoema Casemiro de Abreu


Museu Casa de Casemiro de Abreu

Feliz Natal pra todos!!!!!

sábado, 19 de dezembro de 2009

Que Natal é esse?


Falar de crianças no momento atual é complicado. Tivemos um ano conturbado onde a pedofilia veio a midia com força, denuncias e mais denuncias demostrando assim que os pais ou envolvidos na questão estão perdendo o medo de denunciar os monstros. Em véspera das festas natalinas o que mas lembramos são os pequenos seres, pois a mágica do natal estar com eles, Papai Noel, Renas, presentes enfim tudo nos remete a infância tanto nossa como de nossos filhos , netos e agregados.


Mas um fato calou fundo o Natal desse ano de 2009, o caso da criança no interior da Bahia na cidade de Ibotirama, onde pessoas desprovidas de qualquer senso moral ou religioso , animais na melhor acepção da palavra cometeram atos que só vemos em filmes de terror barato e achando que jamais isso poderia acontecer no mundo real.

Confesso que meu lado insano veio a tona nesse caso, visualizei as pessoas envolvidas em tal caso, sendo torturadas da mesma forma, só que de um jeito mais cruel, em meus devaneios vingativos e que Deus me perdoe por isso, me vi enfiando pregos daqueles bem grandões no corpo desses monstros de forma lenta um a um para que eles sentissem a mesma dor que a pequena criança sentiu.

Sei que tal ato que visualizei não é um pensamento saudavel, mas há momentos que nos despojamos de qualquer resquício de nosso estágio evolutivo e voltamos a bárbarie onde o sangue era resgatado com mais sangue ainda.

Sinceramente me perdoem pela idéia, mas foi o que me ocorreu no momento diante de minha indignação por tamanha insanidade. Agora me questiono o que fazer com essas criaturas que me recuso a chamar de humanos e muito menos de animais, aberrações da natureza que talvez tenham vindo a esse mundo para mostrar que nosso estagio evolutivo ainda estar longe de ser considerado de uma humanidade sã.







Elsy Myrian Pantoja



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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Dia 17 de dezembro dia de São Lázaro

Dia de 17 de Dezembro é o dia de celebração a São Lázaro, um dos mais importantes personagens da história da passagem de Cristo pela Terra.


Segundo as escrituras de nossos irmãos católicos, Lázaro (variação do nome Eliazar) era amigo de Jesus, e havia ficado muito doente. O Mestre foi comunicado da enfermidade do amigo. Porém, ao chegar em sua Casa deparou-se com a triste notícia de que Lázaro já havia desencarnado.
Porém, Jesus vira-se para as irmãs de Lázaro e diz: "Eu sou a ressurreição e a vida. os que acreditam em mim não morrerão para sempre". E ordena: "Lázaro! Em nome do Pai! Saia!"
E Lázaro, desencarnado há quatro dias, retorna à vida terrena, ressucitado milagrosamente, segundo as escrituras, e visto por toda a multidão que contemplou o fato.
Na Umbanda, a imagem de São Lázaro está ligada a um dos mais controversos Orixás: Omulu.


Na verdade Omulu é a fase mais velha do orixá Xapanã (a fase jovem é Obaluaê, sincretizado com São Roque, cuja data de comemoração é dia 16 de Agosto).
Infelizmente a força de Omulu é mal interpretada por muitos adeptos da umbanda. E há ainda alguns dirigentes de Umbanda que utilizam dessa falha de informação para transformá-lo em objeto de medo e de manipulação dos filhos de fé. Muitos dizem erroneamente que ele é o Orixá que traz a morte, que nos traz a doença.
De fato, Omulu é a força que está presente no instante da passagem do plano material para o espiritual. Ele é o conhecedor dos mitérios da vida e da morte, e por isso é conhecedor de todas as doenças e maselas. Mas não para nos trazer doenças, peste, morte.
É preciso entender que entidade de Umbanda trabalha para o BEM!!!
Por ser conhecedor de todas as enfermidades, Omulu é também aquele que sabe a cura certa para cada uma delas, sendo o filho de fé merecedor de receber tal cura.
Ele também é o socorrista espiritual, que faz o primeiro atendimento ao espírito recém-desencarnado.
É preciso acabar com certas mistificações que denigrem a imagem de nossa Umbanda, e favorece alguns dirigentes que insistem em ter o "poder" em suas mãos.
Rogamos então ao nosso Pai Omulu que cure as mentes dessas pessoas, que ainda se encontram na doença da ignorância.
Salve São Lázaro!
Atotô!!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A evolução da forma




Toda forma que vês
tem seu arquétipo no mundo sem-lugar.
Se a forma esvanece, não importa,
permanece o original.

As belas figuras que viste,
as sábias palavras que escutaste,
não te entristeças se pereceram.

Enquanto a fonte é abundante,
o rio dá água sem cessar.
Por que te lamentas se nenhum dos
dois se detém?

A alma é a fonte,
e as coisas criadas, os rios.
Enquanto a fonte jorra, correm os rios.
Tira da cabeça todo o pesar
e sorve aos borbotões a água deste rio.
Que a água não seca, ela não tem fim.

Desde que chegaste ao mundo do ser,
uma escada foi posta diante de ti,
para que escapasses.
Primeiro, foste mineral;
depois, te tornaste planta,
e mais tarde, animal.
Como pode ser isto segredo para ti?

Finalmente foste feito homem,
com conhecimento, razão e fé.
Contempla teu corpo; um punhado de pó
vê quão perfeito se tornou!

Quando tiveres cumprido tua jornada,
decerto hás de regressar como anjo;
depois disso, terás terminado de vez com a terra,
e tua estação há de ser o céu.

Passa de novo pela vida angelical,
entra naquele oceano,
e que tua gota se torne o mar,
cem vezes maior que o Mar de Oman.

Abandona este filho que chamas corpo
e diz sempre Um; com toda a alma.
Se teu corpo envelhece, que importa?
Ainda é fresca tua alma.

Jalal ud-Din Rumi


Celebrado como o poeta do amor e o maior dos místicos islâmicos, Jalal ud-Din Rumi (1207-1273) é um entusiasta do amor universal. Nascido na região da Pérsia – hoje Afeganistão – o sufi passou pelo Irã e faleceu na Turquia. Era um erudito professor de teologia quando viu sua vida mudar após um encontro com a figura misteriosa do monge Shams de Tabriz. O grandioso encontro rendeu a Rumi uma experiência mística do amor que transformaria sua vida para sempre.

Seu reconhecimento ao monge foi tão grande que lhe dedicou um livro com 3.230 versos, o Divan de Shams de Tabriz. Divan significa coleção de poemas. Rumi produziu também o Masnavi (poemas de cunho reflexivo) e o Rubaivat (Canção de amor a Deus).

A sensibilidade e a expressão do amor em Rumi é tão forte que enlaça tudo - a natureza, as pessoas, Deus, o universo - numa unidade só. Seu misticismo desafia a razão ao ultrapassar a dimensão individual e trazer a tona o momento em que o ser descobre a si mesmo como parte de um Todo complexo e amoroso.
Sua paixão divina foi tanta que lhe inspirou inventar uma dança cósmica, a sama. Inspirada no movimento dos astros, na dança cada ser dançante é chamado de dervixe e gira em torno de si e ao redor de um eixo que representa o sol. A idéia é cada dervixe se sinta como um planeta girando ao redor do sol, que é visto como Deus.

Doces desejos



Ah o amor


Bom sermos amados


Entregar-se por inteiro


Mesmo que lá adiante


O coração fique partido ao meio





As caricias plenas


Devastando a alma


Plena de desejos


Vem completar


Os nossos íntimos anseios





Devagar não há pressa


Temos tempo bastante


Vamos amar e amar


Em uma volúpia constante





E quando chegar a aurora


E os pássaros anunciarem


Que é hora de dizer adeus


Restará a lembranças


Que estive nos braços teus

Elsy Myrian Pantoja
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

This Little Light Of Mine (Live In Dublin)

Borboletas no meu jardim




As borboletas voltaram ao meu jardim...


Lindas e multicoloridas


Trouxeram a primavera ao meu coração


Cheiro de jasmim, violetas e rosas


Invadem meus sentidos


Trazendo novamente uma doce paixão!!!

Elsy Myrian Pantoja
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

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diHITT - Notícias

sábado, 12 de dezembro de 2009

APOLO



Apolo, filho de Zeus e Leto, e irmão gémeo de Ártemis, deusa da caça, era um dos mais importantes e multifacetados deuses do Olimpo. Nas mitologias grega, romana e etrusca, Apolo foi identificado como o deus da luz e do sol, da verdade e da profecia, do pastoreio, do tiro com arco, da beleza, da medicina e da cura, da música, da poesia e das artes. Apolo representa a harmonia, a moderação, a ordem e a razão.

Apolo nasceu de um dos amores adulterinos de Zeus. Quando Hera descobriu a gravidez da rival Leto, proibiu-lhe que desse à luz em terra firme, fosse no continente fosse em qualquer ilha, e colocou em seu encalço a serpente Píton. Perambulando sem destino, Leto acabou por chegar a Delos, uma ilha flutuante criada por Poseidon, compadecido dos seus sofrimentos, e ali deu à luz aos seus gêmeos Apolo e Ártemis. Depois do nascimento, Zeus fixou a ilha no fundo do mar, e mais tarde ela foi consagrada a Apolo.



Amantes

Boa parte dos mitos que dizem respeito a Apolo falam dos seus inúmeros amores, sendo os mais famosos Dafne, uma ninfa que rejeitou seu amor e foi transformada em loureiro (daí a sacralidade da árvore para Apolo), Jacinto, que se transformou na flor com o mesmo nome, e Ciparisso, o qual se transformou em cipreste. Nestes mitos amorosos Apolo nunca tem sorte, e conta-se que isto se deve ao facto de ele se gabar de ser o melhor arqueiro entre os deuses, o que fez com que Eros, deus do amor, sentisse inveja. Apolo também amou Leucotéia, Castália, Sínope, Marpessa, Cassandra e Acanta.


Ele é o deus da palestra, onde os jovens se reuniam para praticar atletismo. Apolo representava para eles o educador ideal, o erastes. Todos os seus amantes masculinos eram mais jovens que ele, como era o hábito entre os gregos. Muitos destes jovens "morreram", significando que estes mitos simbolizavam ritos de passagem, quando o jovem deveria morrer para renascer como adulto.




Vitória sobre a serpente Píton

O lodo com que as águas do dilúvio recobriram a Terra acarretou uma excessiva fertilidade, que produziu enorme variedade de coisas, boas e más. Entre elas, surgiu Píton, uma serpente enorme, terror do povo, que se refugiou nas cavernas do Monte Parnaso. Apolo matou-a com suas setas — armas que não usara antes senão contra fracos animais, como lebres, cabras monteses e outras semelhantes. Para comemorar essa grande vitória, ele instituiu os jogos píticos, nos quais o vencedor nas provas de força, rapidez na carreira ou nas corridas de carro era coroado com uma grinalda de folhas de faia, pois o loureiro ainda não fora escolhido por Apolo como sua planta predileta.


A famosa estátua de Apolo do Belvedere representa o deus depois de sua vitória sobre a serpente Píton.



APOLO E DAFNE


Dafne foi o primeiro amor de Apolo. Não surgiu por acaso, mas pela malícia de Cupido. Apolo viu o menino brincando com seu arco e suas setas e, estando ele próprio muito envaidecido com sua recente vitória sobre Píton, disse-lhe:
— Que tens a fazer com armas mortíferas, menino insolente? Deixe-as para as mãos de quem delas sejam dignos. Vê a vitória que com elas alcancei, contra a vasta serpente que estendia o corpo venenoso por grande extensão da planície! Contenta-te com tua tocha, criança, e atiça tua chama, como costumas dizer, mas não te atrevas a intrometer-te com minhas armas.


O filho de Vênus ouviu essas palavras e retrucou:
— Tuas setas podem ferir todas as outras coisas, Apolo, mas as minhas podem ferir-te.
Assim dizendo, pôs-se de pé numa rocha do Parnaso e tirou da aljava duas setas diferentes, uma feita para atrair o amor; outra, para afastá-lo. A primeira era de ouro e tinha a ponta aguçada, a segunda, de ponta rombuda, era de chumbo. Com a seta de ponta de chumbo, feriu a ninfa Dafne, filha do rio-deus Peneu, e com a de ouro feriu Apolo no coração.


Sem demora, o deus foi tomado de amor pela donzela e esta sentiu horror à idéia de amar. Seu prazer consistia nas caminhadas pelos bosques e na caça. Muitos amantes a buscavam, mas ela recusava a todos, passeando pelos bosques, sem pensar em Cupido nem em Himeneu. Seu pai muitas vezes lhe dizia: "Filha, deves dar-me um genro, dar-me netos." Temendo o casamento como a um crime, com as belas faces coradas, ela se abraçou ao pai, implorando: "Concede esta graça, pai querido! Faze com que eu não me case jamais!"


A contragosto, ele consentiu, observando, ao mesmo tempo, porém:
— O teu próprio rosto é contrário a este voto.
Apolo amou-a e lutou para obtê-la; ele, que era o oráculo de todo o mundo, não foi bastante sábio para prever o seu próprio destino. Vendo os cabelos caírem desordenados pelos ombros da ninfa, imaginou: "Se são tão belos em desordem, como deverão ser quando arranjados?" Viu seus olhos brilharem como estrelas; viu seus lábios, e não se deu por satisfeito só em vê-los. Admirou suas mãos e os braços, nus até os ombros, e tudo que estava escondido da vista imaginou mais belo ainda. Seguiu-a; ela fugiu, mais rápida que o vento, e não se retardou um momento ante suas súplicas.

— Pára, filha de Peneu! — ele exclamou. Não sou um inimigo. Não fujas de mim, como a ovelha foge do lobo, ou a pomba do milhafre. É por amor que te persigo. Sofro de medo que, por minha culpa, caias e te machuques nestas pedras. Não corras tão depressa, peço-te, e correrei também mais devagar. Não sou um homem rude, um campônio boçal. Júpiter é meu pai, sou senhor de Delfos e Tenedos e conheço todas as coisas, presentes e futuras. Sou o deus do canto e da lira. Minhas setas voam certeiras para o alvo. Mas, ah!, uma seta mais fatal que as minhas atravessou-me o coração! Sou o deus da medicina e conheço a virtude de todas as plantas medicinais. Ah! Sofro de uma enfermidade que bálsamo algum pode curar!


A ninfa continuou sua fuga, nem ouvindo de todo a súplica do deus. E, mesmo ao fugir, ela o encantava. O vento agitava-lhe as vestes e os cabelos desatados lhe caíam pelas costas. O deus sentiu-se impaciente ao ver desprezados os seus rogos e, excitado por Cupido, diminuiu a distância que o separava da jovem. Era como um cão perseguindo uma lebre, com a boca aberta, pronto para apanhá-la, enquanto o débil animal avança, escapando no último momento. Assim voavam o deus e a virgem: ela com as asas do medo; ele com as do amor. O perseguidor é mais rápido, porém, e adianta-se na carreira: sua respiração ofegante, já atinge os cabelos da ninfa. As forças de Dafne começam a fraquejar e, prestes a cair, ela invoca seu pai, o rio-deus:
— Ajuda-me, Peneu! Abre a terra para envolver-me, ou muda minhas formas, que me têm sido tão fatais!

Mal pronunciara estas palavras, um torpor lhe ganha todos os membros; seu peito começou a revestir-se de uma leve casca; seus cabelos transformaram-se em folhas; seus braços mudam-se em galhos; os pés cravam-se no chão, como raízes; seu rosto tornou-se o cimo do arbusto, nada conservando do que fora, a não ser a beleza.
Apolo abraçou-se aos ramos da árvore e beijou ardentemente a madeira. Os ramos afastaram-se de seus lábios.
— Já que não podes ser minha esposa — exclamou o deus — serás a minha planta preferida. Usarei tuas folhas como coroa; com elas enfeitarei minha lira e minha aljava; e quando os grandes conquistadores romanos caminharem para o Capitólio, à frente dos cortejos triunfais, serás usada como coroas para suas frontes. E, tão eternamente jovem quanto eu próprio, também hás de ser sempre verde e tuas folhas não envelhecerão.
Não parecerá estranho, sem dúvida, que Apolo fosse o deus tanto da música quanto da poesia.






fontes:
- pt.wikipedia.org
- Thomas Bulfinch - O livro de Ouro da Mitologia - História de Deuses e Heróis

Surround Me With Your Love tradução Me cerque com seu amor - Poter

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Momento feliz




Felicidade é um estado de graça
Atentos sempre
Pra saber quando estamos vivendo
Este momento

Estou muito feliz
Quase explodindo
De alegria
O retorno a casa
Do filho amado
Voltando de uma árdua jornada

E vê a prole reunida
Em volta da mesa
É a felicidade suprema
Risos, brilhos nos olhos
Abraços e muito afeto
Eu e meu clã
Somos felizes

Elsy Myrian Pantoja
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Ou se tem talento ou não tem - Mike do Mosquiteiro

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Vidas paridas



Vidas nascidas... Paridas
Rompendo o casulo
Explosão de luz

Elsy Myrian Pantoja
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