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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sapo não vira Príncipe





Nas minhas histórias os sapos não se transformam em príncipes, pelo contrário e sabe o que faço? Mando todos para o brejo e que fiquem lá a coaxar.

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

domingo, 29 de novembro de 2009

Linda música, Excelente vídeo

Sempre com Deus




"VOCATUS ATQUE NON VOCATUS"  
("INVOCADO OU NÃO INVOCADO DEUS ESTÁ PRESENTE")  
(AFORISMO ESCULPIDO EM PEDRA SOBRE A PORTA DE ENTRADA DA CASA DE JUNG, QUE ELE MANDOU COLOCAR) 

Mesmo quando pensamos estar absolutamente destituidos de qualquer proteção uma jamais falha, a proteção divina. Nossa fé nos mobiliza e nos envolve em uma aura de força, impulsionando nossos atos na direção do bem e da luz.

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A insegurança Amorosa Obscurece o Amor





Numa convivência a dois, os maiores problemas de ordem sentimental são as cobranças decorrentes de ciúmes e desconfianças. Elas surgem de repente, após a fase de encantamento em que um ou ambos começam a se voltar para si mesmos, individualizando-se e fazendo valer as suas vontades. Chega a hora em que o leque começa a se abrir e o relacionamento toma um novo rumo. Sejam as personalidades que afloram, sejam as mudanças de atitudes por questões diversas, o fato é que não se consegue manter por muito tempo um romance de cinema.
O cotidiano vai se infiltrando de tal maneira que já não há mais predisposição para se viver apenas o lado sentimental da vida, mas isso não significa que o amor tenha acabado. Porém, por falta de entendimento, as divergências começam a surgir dando vazão a discussões, desgaste e decepção. Cobra-se pelo atraso para chegar em casa, pelo jantar que não foi como o esperado, por não ter atendido o celular, pela falta do carinho de antes, pelo encontro com os amigos até mais tarde e por tantas outras motivações que acabam obscurecendo o relacionamento.
É preciso esclarecer que as cobranças amorosas são frutos da insegurança. Quem não se sente seguro numa relação afetiva tende a policiar todo e qualquer acontecimento que envolva a sua cara-metade. No menor sinal de "perigo" haverá uma reação negativa diante da pessoa (e daquilo) que se quer preservar. E se não houver um esclarecimento plausível (por parte do acusado) dos fatos suspeitos, a partir desse momento, qualquer passo divergente do habitual será motivo para cobranças imediatas, seguidas de chantagens e mais desconfianças.
Normalmente, as pessoas que agem dessa maneira são aquelas que se dão por inteiro à relação e passam a viver somente para aquela história, para aquela pessoa, sufocando a si e ao outro num espaço onde não cabe mais nada, a não ser os dois. Ela abdica dos seus gostos, dos prazeres antigos, da sua opinião e das amizades em nome de uma realidade que desenhou com traços exclusivos para serem seguidos à risca, segundo as suas expectativas. Sequer percebe que essas expectativas podem não ser recíprocas.
Se o outro, que a essa altura, já mudou o comportamento por questões externas não estiver disposto a entender o que está acontecendo e procurar resolver o impasse à custa de muito diálogo, desatando os nós das desconfianças, fatalmente, esse amor estará fadado ao fracasso. Num primeiro momento, poderá investir no relacionamento com justificativas e tolerância, mas a tendência é que se canse das imposições comportamentais do inseguro e assuma uma personalidade fria e distante. E entram aí o silêncio, a desilusão, a falta de perspectiva futura e o egoísmo.
A insegurança amorosa é responsável pelo término de muitas histórias que tinham tudo para dar certo. Ninguém pode ter certeza do êxito ou do fracasso amoroso, portanto, não é o patrulhamento diário que garantirá o futuro da relação. O que se deve priorizar é o bem-estar de ambos, sem que um se sobressaia em exigências e vontades em detrimento do outro. Dividir o mesmo espaço e ter os mesmos desejos não significa controlar, orientar, manipular as atitudes do parceiro. Não bastam cumplicidade e amor, faz-se necessário confiança e liberdade para ir e vir.


Texto retirado do site:http://afroditepramaiores.blogspot.com

Coração carente



Tive a nítida sensação
Que ainda dormias ao meu lado
O aroma dos teus cabelos
Impregnou-se nos lençóis
Na casa e em todos os cômodos
Fico a vagar insone
Tocando nos mimos
Que ganhei de ti
Em pensamento busco teus braços
E me enlaço aquietando o coração
Que ainda teima acelerar
Quando evoco as lembranças
Das horas infindáveis que fizemos amor
Meu suor misturado ao teu
Me causa extrema agonia
Saber que jamais serás meu

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Para meu filho ausente



É brisa suave


Que faz as folhas em murmúrio


Dizer o quanto sinto a falta


Do filho em terra distante


E que nem por um instante


Nele deixo de pensar


Um está com os anjos


E o outro em alto mar

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Uma nova paixão


Chegaste de mansinho

Não queria mais carinho

E o fogo se renova

De um amor antigo

Mas jamais esquecido

Seus beijos ainda tem o mesmo sabor

De pecado... luxúria e amor



Elsy Myrian Pantoja

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Aerosmith

Perdas sem danos



Há determinados períodos de nossas vidas em que ficamos tão cegos de paixão ao ponto de imaginar que sem esse amor não podemos viver. Mas podemos sim, a nossa capacidade de superação é imensa e todos nós temos essa força, basta reagir. Lógico que após passar o impacto da perda há o choque, a negação e a dor que nos paralisa e diminui o nosso animo. Mas ao contrário do que pensamos a vida continua e na maioria das vezes bem melhor sem o peso do comprometimento com algo incerto e duvidoso, pois quando o amor é verdadeiro de ambas as partes tende a se solidificar, sem engodos ou mentiras, em alguns casos esse amor se transforma numa bela amizade. Mas esses são conceitos pessoais, cada um tem uma forma de encarar o término de uma relação, às vezes a dor da perda dura uma vida inteira em outras nem uma semana.

Elsy Myrian Pantoja
imagem Google

A porção melhor

Que nada, minha porção mulher que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora
É o que me faz viver
...”

Super-Homem, a Canção
Gilberto Gil

Em pleno clima de final de ano, com as cidades já vestidas em tons de verde, vermelho, dourado e, feericamente iluminadas, as pessoas fazem planos, avaliam seus erros, anotam os acertos e fazem, mesmo que apenas mentalmente, listas de propósitos e objetivos a serem cumpridos e alcançados no próximo ano.
O Dia da Consciência Negra é celebrado, a história de Zumbi dos Palmares é lembrada e contada nas mais diversas manifestações artísticas, literária e pelos meios de comunicação.

Enquanto isso, na Somália localizada no extremo leste do continente africano, na região semiárida conhecida como Chifre da África, uma mulher de 20 anos é apedrejada até a morte por ter um relacionamento extraconjugal. Ao namorado, solteiro, 29 anos com quem teve um caso e um filho que já nasceu morto, coube a punição de cem chibatadas pela mesma infração. O xeque Ibrahim Abdirahman, juiz do grupo al-Shabab, disse que a mulher foi morta na terça-feira, em frente a uma multidão de aproximadamente 200 pessoas, perto da cidade de Wajid. Abdirahman.

Nós, que como Deus, temos o privilégio de sermos brasileiros, usufruímos das tradicionais festas e confraternizações que marcam esta época, uma vez a cada ano; na Somália, este foi, segundo alguns canais de notícia, o quarto apedrejamento até a morte por adultério no último ano.

A nós, abençoados por Deus, resta o refúgio da couraça, da venda que permite a cegueira à Justiça, para ocultar de nossos corações e mentes as barbáries e, em confortável ignorância, vivermos a porção de obrigatória alegria. E como poderia ser diferente? 
 
Texto belíssimo da minha amiga Livia Where

domingo, 22 de novembro de 2009

Voltando pra casa







Estou regressando ao lar, dei uma rasteira na morte por enquanto... Agora quero viver e muito, ser feliz de alguma forma, rever as minhas queridas violetas que na minha ausência se recusam a florescer.

Elsy Myrian Pantoja 
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sábado, 21 de novembro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Coração de poeta



Coração de poeta é frágil, usa a emoção ao invés da razão, romanceamos tudo e em todos vemos só o amor em suas várias vertentes, amor que liberta... Amor que edifica... Amor que eleva... Amor que arrebata e nos priva os sentidos.
Mas há momentos em que esse amor não é dignificado por quem recebe, é ai que o coração do poeta e dos românticos se parte em mil pedaços, pois o amor que aniquila e destrói é fatal para um coração apaixonado. Então ele simplesmente se recusa a bater, recua e chora, sim são lágrimas advindas de uma alma atormentada que se entregou a uma mascara um fantasma. Mas o poeta com sua sensibilidade sutil,  extravasa sua dor em versos, palavras e sem demoras está pronto pra amar novamente.

Elsy Myrian Pantoja
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dançando contigo





A bailar contigo
Minha saia rendada a rodopiar
Nos teus braços firmes
Teu cheiro de macho me faz delirar

O som da orquestra
Une nossos corpos
Em volteios pelo salão
Na penumbra sinto desejos
Aquecendo a chama da paixão

Ao terminar a dança
Exaustos e suados então
Um convite para uma noite de amor
Cativas meu coração

Elsy Myrian Pantoja
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Jason Mraz - I'm Yours Live Leg.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

E tome ferro no povo



Há momentos que as imagens dispensam palavras, mas não vou cansar de esgoelar contra as mazelas de nossa sociedade. Estamos vivendo um caos com a natureza em fúria, do Oiapoque ao Chuí, tornados, alagamentos, soterramentos, chuvas torrenciais enfim, mas o que está sendo feito para minorar o sofrimento da população atingida por essas catástrofes naturais? Os rios assoreados pela mão do homem, movidos pela  ganância de expansão imobiliária, contando com a conivência das autoridades corruptas que aprovam projetos de construção em áreas impróprias, o desmatamento desenfreado que também quase nada é feito pra controlar sendo esse um dos motivos de nossa mudança climática. Estamos cada vez mais desamparados, setores de nossa sociedade como a OAB, CNBB, ABI e tantas outras que no passado se aliavam para por um freio em tantos desmandos, hoje são vozes passivas, saudade dos nossos movimentos estudantis, dos sindicatos que uniam os anseios e faziam a grita geral. Só nos resta elevar as mãos aos céus e pedir que nem uma viga de concreto de uma obra mal feita e mal planejada caia em nossas cabeças, que o vendaval não carregue nossas casas e famílias não morram soterradas como aconteceu aqui ontem na estrada de Teresópolis onde em uma queda de barreira, ceifou uma família inteira, um casal cuja esposa estava  grávida e o filho do casal. É caríssimos colegas temos uma arma, o nosso dom de escrever e é assim que vamos deixando em nossos textos a revolta e indignação com tanto descaso por nós cidadãos espoliados em seus direitos. Mas ai de nós se deixarmos de cumprir nossos deveres como pagar o Imposto de Renda, Ipva etc...

Elsy Myrian Pantoja
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Em quem podemos confiar?


Estarrecida, pasma e revoltada, é assim que me encontro diante da noticia que chega lá do Rio Grande do Sul onde a Técnica de Enfermagem Vanessa Pedroso há dois anos vinha sedando os bebes internados no Hospital Universitário Luterano do Brasil. O que dizer de ser monstruoso como esse, como adjetivá-lo? Uma pessoa que estudou, formou-se e cuja função é salvar vidas junto com a equipe médica. Como consolar os pais dessas crianças que nos corredores aflitos, torcem, choram e até fazem promessas pela recuperação de seus entes queridos. Já não bastasse médico que viola as suas pacientes, agora enfermeira desatinada assassinando crianças. O que me causa mais indignação é saber que essa pratica (ainda em investigação) era praticada pelo menos há dois anos, como o Chefe da equipe de enfermagem nunca percebeu isso, e o controle dessa medicação que ela injetava nos pequenos pacientes, não havia uma permissão pra retirada da farmácia do hospital? Bem esses são detalhes de um leigo na área, não sei como funciona a logística de um hospital, só sei que cada vez mais ficamos a mercê de criaturas bizarras desprovidas de quaisquer sentimentos de amor, humanidade ou profissional. Ainda há poucos dias tivemos o caso do assassinato de um membro do grupo Afro reggae onde todo Brasil assistiu o vídeo que mostrava policiais compactuando com os assassinos e ladrões dividindo o produto da pilhagem, com o rapaz ainda vivo agonizando no local do crime. Até onde meu Deus irá a banalização da vida humana em quem podemos confiar?

Elsy Myrian Pantoja

domingo, 15 de novembro de 2009

A luz do teu caminho


Quero ser o lume que ilumina tua estrada,


Para que não erres o caminho de volta pra mim,


Fazer um tapete de gerânios e gardênias


Suavizando assim os seus passos


Até chegares novamente aos braços meus




Elsy Myrian Pantoja
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sábado, 14 de novembro de 2009

Nosso encontro



Guardei a doçura de minha alma só para ti


Escolhi as flores mais belas e perfumadas


Pra ornar nosso leito de amor


Nossos corpos suados e extenuados


Plenos de paixão se encontrarão enfim

Elsy Myrian Pantoja
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Devaneios de um poeta !! - As palavras ferem... | carlossimo.arteblog.com.br

Devaneios de um poeta !! - As palavras ferem... | carlossimo.arteblog.com.br

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Vamos namorar



Despertei desejosa de amar


Intensamente e sem pudor


Visualizo teu corpo bronzeado


Aumentando ainda mais o meu calor





Quero me entregar inteira


Sem limites nem hora pra acabar


Quero descobrir contigo


O doce prazer de namorar





Não demore venha comigo


Sinta o perfume dos meus cabelos


Meu prazer é infinito


Não recuse meus apelos

Elsy Myrian Pantoja
Imagem google

Tristão e Isolda

Tristão, filho de Rivalen, rei de Loonois, e Blanchefleur, irmã de Marc, rei da Cornualhas. Recebeu este nome, pois sua mãe encontrava-se em profunda tristeza pela morte de seu marido. Foi educado por Rohalt, e acreditava  que este era seu pai. Aprendeu com Gorvenal todas as coisas que um cavaleiro deve saber. Quando jovem, foi raptado por mercadores irlandeses, que o deixaram nas Cornualhas, onde conheceu o rei Marc, sem saber que este era seu tio e vice-versa. Depois de muito procurar Tristão, Rohalt encontra-o, e conta-lhe que seu verdadeiro pai era Rivalen e sua mãe, Blanchefleur, irmã de Marc. Voltou  então a sua terra, reconquistou-a, deixando-a para Rohalt; e volta para junto do rei Marc (que já sabia que ele era seu sobrinho), levando consigo apenas Gorvenal.
        Para salvar Marc de uma dívida, lutou com gigante Morholt da Irlanda. Ficou ferido mortalmente, e pediu ao rei que o colocasse sozinho em um barco com sua harpa, e que o deixasse morrer em mar aberto. Foi, então, encontrado no porto de Weisefort, terra de Morholt. Sem saber, Isolda, a Loura, curou-o de seus ferimentos. Ninguém o reconheceu, pois o ferimento deformou seu rosto, e antes que fosse reconhecido, foi embora, voltando para o rei Marc.
O rei não queria casar-se, para poder deixar tudo para Tristão, mas  quatro barões, que não gostavam de Tristão, exigiam o casamento do rei. Então, ao pegar um fio de cabelo louro, mandou que buscassem a dona dele, e esta seria a sua esposa. Tristão, lembrando-se de Isolda, foi buscá-la.
        Foi a Weisefort, com cem homens, aportando lá, souberam da existência de um dragão, e quem o matasse, receberia a mão da filha do rei, Isolda, a Loura. Tristão matou a dragão, mas ficou ferido pelo seu veneno, e novamente Isolda o curou. Só que desta vez ela soube quem ele era. Mesmo assim, o rei da Irlanda, com a palavra empenhada, entregou  sua filha a Tristão. Isolda fica perturbada e surpresa ao saber que seu futuro marido seria o rei Marc, e não Tristão.
        No caminho às Cornualhas, Tristão e Isolda tomam uma poção que os faz ficar apaixonados (tal poção fora dada pela mãe de Isolda, aos cuidados de Brangien). E, era para ser tomada por Marc e Isolda na noite de núpcias, pois quem dela tomasse, amariam-se com todos os sentidos e pensamentos, para sempre, na vida e na morte. Isolda casa-se com o rei Marc, mas na noite de núpcias, Brangien toma seu lugar. Mas, os quatro barões invejosos desconfiam dos amantes, e contam ao rei, e mesmo sem nada flagrar, o rei manda Tristão embora. Este não consegue ir e hospeda-se perto do castelo, encontrando-se as escondidas com a rainha. Os barões percebem e contam ao rei o lugar e a hora do encontro. Marc vai até lá, mas os amantes percebem a sua presença, e com palavras sábias convencem o rei do contrário. O rei faz as pazes com Tristão e deixa que ele volte ao castelo. Mesmo assim, os barões insistem no fato, e dizem ao rei que este  não vê porque não quer. Com a ajuda de Frocin,o anão vidente, flagram Tristão com a rainha em seu leito. Tristão, ainda assim, jura nunca ter amado a rainha com amor culpável, mas o rei não acredita, e manda matá-los, sem julgamento. Tristão, com a ajuda de Deus, consegue fugir e Isolda é entregue aos leprosos. Mas, Tristão consegue salvá-la e a leva para morar na floresta: eram fugitivos.
How Kinh Mark found Sir TristamFicam na floresta durante muito tempo, até que um dia, um Monteiro os encontra e vai contar ao rei. Este vai até o local e encontra os dois deitados juntos, com uma espada nua separando seus corpos (isso significa garantia e guarda de castidade), o rei tem compaixão e não os mata, mas faz com que eles saibam que ele esteve ali e os viu. Ao acordarem, percebem que tinham sido descobertos, fogem, mas ficam intrigados com a atitude do rei, e chegam a conclusão que haviam sido perdoados. Resolvem então voltar, e Tristão entrega Isolda ao rei, e este a aceita, mas manda Tristão embora, a conselho dos barões. Antes de ir, Isolda pede de lembrança o cão Husdent de Tristão e lhe dá o anel de jaspe verde, presente de Marc, o qual deveria ser mostrado a ela, caso Tristão quisesse dar-lhe algum recado.
        Isolda, para provar sua inocência perante a corte, faz um teste que consistia em segurar um ferro em brasa e sair com as mãos ilesas, depois do juramento. Ela passa. Depois disto, Tristão ainda não conseguiu ir embora, e toda a noite ia até um pinheiro, perto da janela da rainha, e cantava como um rouxinol, até que ela viesse ao seu encontro. Mas os barões desconfiam e ele tem de ir embora. Vai para Gales com Gorvenal, para as terras de Gilain. Esta fazia tudo para agradá-lo, mas era em vão. Então Gilain mostrou-lhe um cão mágico, Petit-Crû, que trazia preso no pescoço um guizo mágico que espantava todas as tristezas. Tristão pensou em Isolda, e quis dar-lhe o cão de presente, e para conseguir isto matou o gigante Organ. Mandou Petit-Crû para a rainha e ela recebeu como se fosse presente de sua mãe. Realmente o cão alegrou-a, mas não achou justo somente Tristão sofrer, e jogou o guizo em alto mar.
        Tristão tentava fugir de sua dor correndo o mundo. E sem receber notícias de Isolda achou que ela o tinha esquecido. Chegou na Bretanha. Recuperou as terras do duque Höel, o qual tinha um filho, Kaherdin, e uma filha, Isolda, das Brancas Mãos, a qual o duque lhe deu a mão como recompensa. Num ímpeto, Tristão aceita, mas na noite de núpcias, ao ver o anel de jaspe verde, lembra-se da outra Isolda e não consuma o casamento. Kaherdin fica sabendo do fato e toma satisfações com ele, que conta toda a sua história. Isolda, a Loura, fica sabendo do casamento e chora.
        Kaherdin perdoa Tristão e vai com ele até as Cornualhas, para obterem notícias de Isolda. Lá chegando manda uma mensagem para a rainha, através de Dimas. Esta, ao ver o anel de jaspe verde, fala com Dimas, que lhe conta que mesmo casado, Tristão nunca lhe traíra. Marcam um encontro na estrada, nos espinheiros. Tristão ao ver a rainha, assobia como um pássaro, esta reconhece o canto, e marca um encontro no castelo de Saint-Lubin. Mas, eis que, um  escudeiro, chamado Bleheri, vê Kaherdin e Gorvenal, e confunde Kaherdin com Tristão, por causa do escudo. Chamou-o, mas estes assustados, fogem. O escudeiro conta o fato a rainha, que irritada e ofendida, manda desmarcar o encontro. Tristão tenta justificar-se, mas  Isolda não acredita. Ele, então vai atrás dela, disfarçado de mendigo, e pede sua clemência. Isolda o reconhece, mas mando os empregados  enxotá-lo. Tristão volta para a Bretanha desolado, e a rainha se arrepende.
         Mesmo frente a atitude de Isolda, Tristão queria revê-la, e vai embora sem avisar ninguém. Veste-se miseravelmente e vai até o porto onde encontra uma nau que vai até Tintagel. Chegando lá, corta seu cabelo rente ao couro cabeludo, desenha nele uma cruz, lambuza seu rosto com uma erva mágica, e esta muda seu rosto. Pendura ainda uma clava no pescoço e dirige-se para o castelo de Marc. Chegando lá, ninguém o reconheceu, nem mesmo Isolda. Ele dizia ser Tristão, mas a rainha não acreditava, até que trouxeram Husdent, que foi o único a reconhecê-lo. O louco via a rainha todos os dias, ficava em seu quarto, até que começaram a desconfiar e ele teve de ir embora. Voltou para a Bretanha, onde teve que guerrear, e caindo numa emboscada, viu-se ferido por uma lança envenenada. Ninguém conseguiu curá-lo. E sentindo que iria morrer, quis ver Isolda mais uma vez. Pediu a Kaherdin que fosse buscá-la, e Isolda, das Brancas Mãos escutou, e enfureceu-se e pensou em vingança.
        Kaherdin foi, levando o anel. Tristão pediu-lhe ainda que levasse duas bandeiras, uma preta e outra branca, e que na sua volta içasse a branca , se Isolda viesse, e a preta caso contrário. Ao ver o anel, Isolda, a Loura, fugiu com Kaherdin. Tristão definhava. Isolda demorou-se por causa de várias tempestades, mas finalmente estavam chegando com a vela branca içada. Isolda das Brancas Mãos disse a Tristão que Kaherdin estava chegando, e este perguntou qual a cor da bandeira asteada, e ela, maldosamente, respondeu que era preta. Depois de ouvir isto Tristão morre.
        Ao chegar, Isolda fica sabendo do ocorrido e vai até ele, deita-se junto a ele, beija-o na boca e no rosto, abraça-o forte e morre. Quando o rei Marc sabe da morte dos dois, vai até a Bretanha buscar seus corpos. Sepulta-os separados por uma capela. Mas durante a noite, da tumba de Tristão brota um espinheiro verde, com flores perfumadas e elevou-se por cima da capela até o túmulo de Isolda, três vezes o cortaram, três vezes ele voltou. E, sendo assim, resolveram deixá-los em paz.

texto do site www.galeon.com

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

As vezes


Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.

Às vezes nos falta esperança, mas alguém aparece para nos confortar.

Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente
dessa ferida tão dolorosa.

Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto
precisamos respirar, é nossa razão de existir.

Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.

Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta
de uma única pessoa.

Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque
nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol, a magnitude de uma noite
estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto, é a força da natureza nos
chamando para a vida.

Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.

Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência,
oportunismo.

Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor,
apenas transaram, descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez e agora
temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a
reconstruir um coração quebrantado.

Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes:
a) a relação com a família,
b) as condições econômicas nas quais se desenvolveu
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter),
c) os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento,
d) seus sonhos, ideais e objetivos.

Não deixe de acreditar no amor, mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.

Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam, esteja aberto a algumas
alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe
restar.

Aproveite ao máximo seus momentos de felicidade, quando menos esperamos iniciam-se
períodos difíceis em nossas vidas.

Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande
amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco, pois em algum outro
momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido
no passado.

Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário, existe uma
diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.

Não procure querer conhecer seu futuro antes da hora, nem exagere em seu sofrimento, esperar é dar uma chance à vida para que ela coloque a pessoa certa em seu caminho.

A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.

A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja
apenas de passagem, como acontece com muitas pessoas que cruzam nosso caminho.


Luiz Fernando Veríssimo

Recomeçar

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O ultimo que sair apaga a luz



Dizem que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes, no caso do nosso sistema de energia o fator climático virou bode expiatório para os constantes apagões. Jamais saberemos oficialmente o que de fato aconteceu na noite de ontem quando a partir das 22:15 a população de vários estados do Brasil e até o Paraguai, foram pego de surpresa com a suspensão do fornecimento de energia elétrica, causando transtornos de proporções gigantescas, os telefones fixos e celulares também ficaram sem sinal fazendo piorar ainda mais a situação. Estamos chegando ao verão onde o consumo de energia é alto, eu pergunto estarão os nossos governantes e os responsáveis pelo setor com algum plano B caso isso aconteça outras vezes? Muito cômodo pra eles de fato, culpar a mãe natureza pela suas barbeiragens e incompetência. No mínimo merecemos como cidadãos e consumidores uma explicação plausível e coerente, não essa desculpa esfarrapada de sempre. Mas como tudo esta a desandar no governo Lula o ultimo que sair apague a luz literalmente.

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

Bon Jovi pra começar bem o dia

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

A morte da alma



Nossa alma também morre, quando descobrimos que nada mais faz sentido e os olhos se fecham para vida, momentos mágicos vividos com tal intensidade passam a fazer parte de um passado e a alma segue em frente sem a alegria de viver, condenada a cegueira perpetua dos sentidos.
A apatia total vem chegando sutilmente até nos imobilizar totalmente, mutilada dos prazeres, o universo a nossa volta desaba e ficamos presos dentro de nossas angustias e traumas.
A alma antes de morrer ainda faz algumas devastações, carrascos de nós mesmo, juiz que julga e condena sem piedade. Presos nessa angustia e dor, nada nem ninguém consegue nos libertar.  Silencio não há som e as palavras são escritas com as lágrimas que jamais serão vistas.
É assim que vemos morrer a nossa alma!
Nada é belo e tudo é distante, pior do que a alma morta é a vida entorpecida, negar todos os sentimentos e emoções, porque chegamos ao limite a luta foi perdida e nos cansamos até de nós mesmos.

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

A minha dor

Meus anseios


Anseio pelo momento


De ver refletido em seus olhos


O brilho do meu olhar


Sentir o calor de suas mãos nas minhas


Ouvir sua voz dizendo


Que me quer


O cheiro de seus cabelos


Aguçando meus sentidos


Tocar... Beijar e abraçar


Vivo para isso


Ter você ao meu lado


Despreocupados com o tempo


Vivendo um momento só nosso


A nossa vida real



Elsy Myrian Pantoja
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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Minha Saga diária



Hoje meu dia foi uma verdadeira saga, como estou morando a uma distancia de 1 hora do meu local de trabalho. Tenho que madrugar pra dar conta de fazer as coisas que gosto como escrever, fazer pesquisas e postagens nos meus blogs e cada um com tema diferente, responder os inúmeros recados carinhosos de amigos de Orkut e ainda ler e responder emails tudo isso em um curto espaço de tempo, pois ainda tem o banho escolher a roupa a cosmética ufa. Mais o que me assusta mesmo é o transito já que viajo bela BR 101, nesse horário ainda mais perigoso. Ao chegar ao meu local de trabalho compenso um pouco a correria com afagos dos colegas, piadas e amenidades antes de mergulhar num dia intenso de compromissos, cumprimento de prazos enfim tudo que faz paz do cotidiano de um funcionário comum. No regresso a casa, corpo e cabeça doloridos, mais com a satisfação de que meu dia foi produtivo, como moro sozinha a logística da casa é mais fácil, sem obrigação de jantar na mesa, faço um lanche rápido e retomo minhas atividades paralelas revisando textos de clientes e amigos, compondo, ouvindo uma boa musica e conversando com pessoas queridas pelo msn e agora tenho vizinhos solícitos que fazem questão de dar sempre uma palavrinha com a nova vizinha. É uma rotina estressante e cansativa, mas sou feliz assim ahhhh ia esquecendo ainda tem meus babys cujos apelos não posso deixar de atender afinal sou a chefa da família “panga” rsrsrs apelido carinhoso que nem sei como surgiu. 

Elsy Myrian Pantoja
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Charme pro sol





Hoje me vesti com roupa de luar, enfeitei os cabelos com o brilho das estrelas, ornei os dedos com os anéis de saturno e toda prosa fui fazer charme pro sol. Hoje será um lindo dia.


Elsy Myrian Pantoja
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009


I -Vida
Epicuro nasceu na cidade de Atenas em 341 a.C., num período marcado pelo domínio macedônico sobre a Grécia e a perda de independência política das cidades-estados. Isso ocasionou uma certa decepção com a religião e a política entre os gregos, tirando-lhes a expectativa de dias melhores, substituindo por uma visão sombria do futuro.
Filho de uma família nobre, cujo pai, Néocles era professor, e a mãe Queréstrata era advinha, o menino Epicuro destacou-se no pensamento reflexivo desde a mais tenra idade. Em uma de suas aulas de gramática na cidade de Samos,ao ouvir de seu mestre que o mundo viera do caos, interpolou em seguida, de onde então viera o caos. Ao que o mestre não soube responder e encaminhou-o aos filósofos. Tomando contato com as diversas filosofias do período, Epicuro abraçou as idéias materialistas de Demócrito e Léucipo que explicavam todas as coisas à partir dos átomos. Voltou a Atenas, iniciando uma curta carreira como professor de gramática, decidindo-se lecionar filosofia, fundando sua própria escola, conhecida como “O Jardim”, por ser uma propriedade composta de uma casa e um grande e belo jardim, onde os alunos aprendiam em contato com a natureza. Fundiu conceitos do atomismo com idéias originais e criou sua própria filosofia. Angariou muitos simpatizantes e discípulos, muitos deles que não se satisfaziam mais com as explicações de Platão e Aristóteles, que centralizavam em torno da política suas discussões que não coadunavam mais com a realidade da falta de independência política grega. Mais do que simples seguidores, eram amigos de Epicuro, cuja personalidade era marcada por simpatia, benignidade, carisma, delicadeza, sinceridade, serenidade e compaixão. Epicuro devotou-se a filosofia e aos seus amigos, e viveu até os setenta e dois anos de idade, falecendo em decorrência de uma enfermidade que lhe atrofiava os membros e impunha-lhe dores constantes e agudas. No seu último dia de vida escreveu a um precioso amigo:

“Este dia em que te escrevo é o último dia da minha vida e é também um dia feliz. Sinto dores na bexiga e nas entranhas que nem se poderia imaginar, dores mais violentas; mais esses sofrimentos são compensados pela alegria que traz à minha alma a recordação das nossas conversações.”

II -Obras
A filosofia de Epicuro foi dividida em três partes essenciais: lógica ou canônica, física, e ética. A primeira tratando-se da teoria do conhecimento e o método para se chegar ao conhecimento da verdade; a segunda mostrando a constituição de todas as coisas resultado do movimento dos átomos no vácuo; e a terceira a maneira de ser feliz e se comportar diante do mundo. Respeitando essa divisão em suas obras, ele foi um dos escritores mais fecundos da Antiguidade, tendo composto mais de trezentos tratados, entre os quais: um Tratado da Natureza, em trinta e sete livros, sobre os átomos e o vácuo, resumo do que escreveu contra os físicos; objeções dos megarenses; dos deuses, da santidade, dos fins, das maneiras de viver (quatro livros), da justiça e das outras virtudes, dos dons do reconhecimento, da música; depois, livros intitulados Queredemo, Hegesianax, Néocles, Euríloco, Aristóbulo, Timócrates (três livros), Metrodoro (cinco livros), Andidoro (dois livros), Anaxímenes,etc.

Eros e Psiquê


Um dos Anjos mais conhecidos entre as lendas da humanidade é Eros ou Cupido. Algumas vezes representado por uma criança alada, outras por um rapaz. Mas a sua representação maior está no seu simbolismo. E a Eros está ligada Psiquê (a Alma), que em sua lenda nos traz a imagem da união do amor e nossa alma.
Psiquê era umas das três filhas de um rei, todas belíssimas e capazes de despertar tanta admiração que muitos vinham de longe apenas para vê-las. Com todo este assédio, logo as duas irmãs de Psiquê se casaram.
Ela, no entanto, sendo ainda mais bela que as irmãs, além de extremamente graciosa, não conseguia um marido para si, pois todos temiam tamanha beleza. Desorientados, os pais de Psiquê buscaram ajuda através dos oráculos, que os instruiu a vestirem Psiquê com as roupas destinadas a seu casamento e deixá-la no alto de um rochedo, onde um monstro horrível viria buscá-la.
Mesmo sentindo-se pesarosos pelo destino da filha, seus pais seguiram as intrusões recebidas. Assim que a deixaram no alto de uma montanha, um vento muito forte começou a soprar e a carregou pelo ares com delicadeza e a depositou no fundo de um vale.
Exausta, Psiquê adormeceu. Quando acordou, se viu num maravilhoso castelo de ouro e mármore. Maravilhada com a visão, percebeu que ali tudo era mágico... as portas se abriam para ela, vozes sussurravam sobre tudo o que ela precisava saber.
Quando chegou a noite, deitada em seus aposentos, percebeu ao seu lado a presença de alguém que só poderia ser o seu esposo predestinado pelo oráculo. Ele a advertiu de que lhe seria o melhor dos maridos, mas que elas jamais poderia vê-lo, pois isso significaria perdê-lo para sempre.
Psiquê concordou. E assim foram seus dias, ela tinha tudo que desejava, era feliz, muito feliz, porque seu marido lhe trazia uma sensação do mais profundo amor e lhe era extremamente carinhoso.
Com o passar do tempo, porém, ela começou a sentir saudades de seus pais e pediu permissão ao marido para ir visitá-los. Ele relutou, os oráculos advertiam de que esta viagem traria péssimas conseqüências, mas ela implorou, suplicou... até que ele cedeu.
E da mesma forma que a havia trazido para o palácio, levou-a à casa de seus pais. Psiquê foi recebida com muita alegria e levou muitos presentes para todos. Mas suas irmãs ao vê-la tão bem, se encheram de inveja e começaram a crivá-la de perguntas a respeito de seu marido.
Ao saberem que até então ela nunca o tinha visto, convenceram-na de fazê-lo; evidentemente que as intenções delas eram apenas de prejudicar Psiquê, já que ela havia feito uma promessa a ele.
Ao voltar para sua casa, a curiosidade tomou conta de seu coração. Tão logo veio a noite, ela esperou que ele adormecesse e assim acendeu uma vela para poder vê-lo.
No entanto, ao se deparar com tão linda figura, ela se perdeu em sonhos e ficou ali, embevecida, admirando-o. E esqueceu-se da vela que tinha nas mãos. Um pingo de cera caiu sobre o peito de Eros, seu marido oculto, fazendo-o acordar com a dor.
Sentido com a quebra da promessa da esposa, partiu, fazendo cumprir a sentença do oráculo. Abandonada por Eros, o Amor, sentindo-se só e infeliz, Psiquê, a Alma, passou a vagar pelo mundo.
Tanto sofreu e penas pagou, que deixou-se por fim entregar-se a morte, e caiu num profundo sono. Eros, que também sofria com sua ausência, não mais suportando ver a esposa passar por tanta dor, implorou a Zeus, o deus dos deuses, que tivesse compaixão deles.
E com a permissão deste, Eros tirou-a do sono eterno com uma de suas flechas e uniu-se a ela, um deus e uma mortal, no Monte Olimpo. Depois deste casamento, Eros e Psiquê, ou seja, o Amor e a Alma, permaneceram juntos por toda a eternidade.

Texto de autoria desconhecida
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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Afrodite


(Vênus em Latim) - Considerada uma das doze divindades do Olimpo. Duas versões dão conta do nascimento de Afrodite. Homero, em sua obra intitulada Ilíada, a faz filha de Zeus e de Dione. A mais popular, contudo, afirma que quando Urano foi castrado por Cronos , este atirou seus testículos ao mar formando-se a partir de seu sêmen que lá se derramou, uma espuma. Foi dessa espuma que surgiu Afrodite. Recém nascida, foi arrebatada pelo vento Zéfiro rumo à Chipre, onde após ser lindamente adornada e vestida com trajes de imortal, foi conduzida ao Olimpo. Venceu o célebre concurso de beleza que resultou na guerra de Tróia . Ocorreu que Éris, a Discórdia, ferida em seu orgulho por não ter sido convidada para as núpcias de Peleu e da nereida Tétis, lançou entre Hera, Afrodite e Atená , presentes à solenidade, uma maçã de ouro com os seguintes dizeres: “Para a mais bela”. Instalada a polêmica, Zeus, que não queria se comprometer, designou como árbitro a Páris , o filho de Príamo, rei de Tróia para decidir qual das três era a mais bela. Vaidosas as deusas, ofereceram seus dotes ao juiz na tentativa de ser a vencedora. Atená lhe ofereceu em troca da vitória toda a sabedoria do mundo. Hera por sua vez, lhe entregaria o poder sobre o Universo no caso de ser a eleita. Mas foi Afrodite, tendo prometido a Páris o amor de Helena, considerada a mais bela das mortais, a vencedora do concurso.
Seu casamento com Hefesto , o deus coxo, não a impediu de se entregar com volúpia a outros amores. Conta-se que Hefesto estabeleceu sua forja às bases do Etna, na Sicília, o que ocasionava longas jornadas fora de casa. Enquanto isso, sua esposa partilhava o leito com seu amante Ares todas as noites, tendo porém como vigia, Aléctrion, amigo de Ares. Certo dia, o sentinela dormiu em seu posto e Hélio, o Sol que a tudo vê, pilhou o casal em adultério, avisando Hefesto em seguida. Traído, o deus teceu uma rede fina onde logrou prender os dois amantes e os expôs aos deuses que deles se escarneciam.
Tempos depois, Afrodite avistou Anquises, pastor de ovelhas que guiava seus rebanhos pelas pastagens do monte Ida. Transformada na princesa Otréia, uniu-se a ele. Ao amanhecer, descobriu a verdadeira origem da deusa e, embora fosse por ela advertido de que de deveria manter segredo sobre aquele encontro, vangloriou-se publicamente de sua ligação com a deusa. Como castigo, Zeus enviou-lhe um raio, mas Afrodite conseguiu salvá-lo.
Seus amores extraconjugais não param por aí. Com Adônis , filho de Esmirna, teve um grande romance tragicamente interrompido pela morte prematura do rapaz, vítima dos ciúmes de Ares.

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Afrodite
Afrodite gerou muitos filhos, frutos das suas diversas incursões amorosas. Assim, de seu romance com Hermes , nasceu Hermafrodito, belo como a mãe mas desprovido de ardor amoroso. Criado pelas Ninfas, ao completar quinze anos pôs-se a correr o mundo. Chegando à Cária, despiu-se porque queria banhar-se num lago. Foi surpreendido pela ninfa Sálmacis que de imediato se apaixonou pelo jovem. Indiferente, Hermafrodito a desprezou e a ninfa atirou-se no lago enlaçando-o fortemente. Sálmacis suplicou aos deuses que não permitissem que eles jamais fossem separados. Atendida em seu pedido, os dois corpos fundiram-se num só e Hermafrodito a desprezou e a ninfa atirou-se no lago enlaçando-o fortemente. Sálmacis suplicou aos deuses que os dois corpos jamais fossem separados. Atendida em seu pedido, os dois corpos fundiram-se num só e Hermafrodito transformou-se numa criatura de dupla natureza.
Com Ares engendrou Eros (Cupido), Harmonia, Deimos e Fobos. Com Dionísio , Afrodite concebeu Priapo, dotado de um falo descomunal. De seu romance com o mortal Anquises, nasceu Enéias , grande herói troiano.
A deusa também era conhecida e temida por suas explosões de ódio que ocorriam principalmente quando era contrariada em seus caprichos. Sua arma favorita, utilizada em suas vinganças, era o amor, o qual habilmente transformava em arma certeira, muitas vezes fatal. Desprezada por Hipólito, filho de Teseu , que prestava culto a Ártemis , fez com que sua madrasta Fedra, esposa de Teseu fosse tomada de violenta paixão pelo jovem. Repelida pelo rapaz e tomada de despeito mentiu ao marido dizendo que Hipólito a havia tentado violentar. Posídon , a pedido de Teseu, executou a vingança fazendo com que os cavalos que puxavam seu carro se assustassem com um monstro surgido inesperadamente do mar e se precipitassem nos rochedos. Hipólito morreu e Fedra, cheia de remorso suicidou-se. Quando tomou ciência de que seu amante Ares se havia unido a Eos, a Aurora, fez com que esta fosse acometida de muitas paixões, todas elas culminando em grandes tristezas.
A divindade era inicialmente relacionada aos instintos e à fecundidade, foi pouco a pouco adquirindo a denominação de deusa do amor no seu sentido mais nobre e puro. Com o tempo, a deusa foi sendo imbuída de outras conotações que se referiam às diversas formas de expressão do amor. Em Atenas era conhecida por Hetaira, a cortesã; em Esparta adquiriu caráter guerreiro; na Argólia era conhecida como Pelagia ou Pontia, divindade protetora dos marinheiros. Entretanto, sua atribuição mais conhecida é a de deusa da beleza e do amor, defensora do prazer pelo prazer simbolizado pela atração sexual com o poder de satisfazer e de frustrar todo e qualquer desejo amoroso.

Pesquisa e imagem internet

domingo, 1 de novembro de 2009

Seu beijo





Se eu pudesse prenderia os seus beijos em uma teia de encantos, pra nunca mais esquecer a delicia da mistura de línguas que me faz delirar!!!


Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

Sempre...


Ontem te busquei aonde estava a lua
Toda nua querendo você
Mas a lua fica longe
Então fui te buscar nas estrelas
Cheia de desejos
Mas eram muitas me perdi entre tantas
Percorri o universo te busquei nos meus sonhos
Minhas mãos buscaram as suas
Ávidas por acariciar teu corpo
Exausta me entreguei ao sono
Sem os gosto da tua boca
Colada a minha apaixonadamente

Elsy Myrian Pantoja

Imagem do google

Isabel Pantoja



Isabel Pantoja, maravilhosa intérprete andaluza...


Canta com a alma, tem na voz a modulação das dores de amor...
Em sua vida pessoal, comoveu toda a Espanha, por seu amor vivido com o Toureiro Paquirri, morto em combate na arena, abatido pelo touro, no auge da carreira e do sucesso.
Isabel Pantoja nasceu a 2 de Agosto de 1956 no bairro sevilhano de Triana, na Andaluzia. Filha de Juan Pantoja letrista de fandangos e irmã do cantor Agustín Pantoja, Isabel começou a carreira musical apenas com seis anos de idade.

Com 17 anos de idade vai para Madrid e conhece o seu grande mestre, o Maestro Solano, que com o poeta Rafael de León compõem os seus primeiros trabalhos discográficos.

Isabel Pantoja não tarda a formar a sua própria companhia e cultiva com grande êxito a Copla, canção ligeira nascida em Espanha, que estava em decadência e que ela consegue ressuscitar.

Em 1983, sai o seu primeiro álbum pop: “Cambiar por ti”, mas é em 1985 que consegue alcançar o seu maior êxito com o disco “Mirinero de Luces”, que a converte na primeira figura da canção espanhola.



Coletânea de poemas de vários autores - Trabalho Primoroso da Poetisa Luna de Primo