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domingo, 24 de abril de 2011

Uma Páscoa Depressiva




Acordei as seis da manhã deste que era pra ser um feliz domingo de páscoa, mas não foi bem assim, logo cedo abro os jornais virtuais e me deparo com a noticia do desencarne do meu amado Guru Sathya Sai Baba, cuja biografia é de uma riqueza incontestável, já perdemos o Chico Xavier o que nos deixou inconsolados. Independente da crença ou religião admiro a todos que se revestem do poder Cósmico que emana do Grande Arquiteto do Universo e faz uso desse dom em prol dos desvalido pela sorte, amparam os excluídos, usam sua inteligência em prol de atitudes positivas para que o nosso planeta se torne um pouco melhor. Esse ano foi um ano triste, quase não tenho escrito nada e falar de amor e de minha felicidade no âmbito afetivo e amoroso acho uma forma de insulto para com aqueles que perderam tanto desde o inicio deste funesto ano. Acabei de saber ainda pouco que uma amiga nossa, talentosa poetisa, mas não muito conhecida da mídia faleceu no dia 23 de março deixando obras belíssimas no seu blog que passarei o link a quem interessar o seu nome Alice da Mata Machado, link do blog,  http://poesiaejc.blogspot.com, enfim desde o inicio do ano com a tragédia na serra do Estado do Rio de Janeiro meu coração ficou miúdo, pois tenho trocentos amigos lá e quem me conhece sabe do quanto gosto de ir comungar com eles, logo após tivemos a tragédia no Japão e também tenho amigos pessoais japoneses, o massacre na Escola de Realengo onde 12 anjinhos  martirizado pela insanidade de um ser animalesco, acompanhamos a partida do vice José Alencar e para arrematar o rio de lágrimas as vésperas de Roberto Carlos festejar seu niver mais uma tragédia se abate sobre esse coração, que não sei de onde arranja forças pra superar tantas tragédias pessoais. Temos o Oriente Médio em meio a caos sem precedentes. Há meses não escrevo, pois queria evitar esta torrente de lamentos, mais hoje não deu pra suportar. É meus ovinhos de Páscoa vieram amargos demais. Vou tomar um Campari e dormir estou deprimida, arrasada e é assim que vejo a vida, não tenho como ficar feliz e festejar com tantos irmãozinhos meus sofrendo. E vamos orar pelo irmão do Rio Grande Sul lá a coisa também ta sinistra.

Elsy Myrian Pantoja

Um comentário:

  1. Bonito texto,mas tem uma grande tristeza pessoal embutida entre os parágrefos.Excesso de exigencias em muitas vezes causa amargura no intimo do ser humano.Nem sempre quando rimos e estamos amando se é feliz.O sentimento felicidade é algo que vem de dentro para fora.Quando você ver a escuridão da noite e a solidão e encara como o mais perfeito pôr do sol.Pense nisto.Se és feliz se entregue a felicidade.Paixão e saudade é meu codinome.Tristeza e felicidadeé meu nome.Solidão Sou Eu.

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Coletânea de poemas de vários autores - Trabalho Primoroso da Poetisa Luna de Primo