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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ZEUS




A maior e mais poderosa das doze divindades gregas do Olimpo, o Júpiter dos romanos, e a única cuja origem indo-européia pode ser demonstrada claramente. De acordo com Hesíodo, era o filho mais novo dos Titãs Cronos e de Réia, os romanos Saturno e Cibele, que detinham o controle do mundo, e portanto, também irmão de Héstia, Deméter, Hera, Hades e Poseidon. Cronos derrotou seu próprio pai, Urano, e tomou para si o poder, tornando-se senhor dos antigos deuses. Mas ouviu de Gaia e de seu próprio pai, que ele estava destinado à também ser derrotado e condenado por um de seus próprios filhos. Na tentativa de salvar-se do destino, o titã engolia todos os seus filhos à medida em que nasciam, deixando Réia desolada. Porém, estando Réia grávida novamente, e temendo pelo futuro do filho, implorou ao seus pais, Gaia e Urano (a Terra e o Céu), para que divisassem um meio de ter seu filho em segurança e criá-lo escondido do pai, até que um dia ele o fizesse pagar pelos filhos que havia engolido. Os dois deuses orientaram-na a se dirigir à Lyktos, em Creta, onde ela deu à luz a seu filho mais jovem e deu-lhe o nome de Zeus. Lá ela escondeu o bebê em uma caverna de difícil acesso, encravada nas montanhas da Egéia, em meio a densas florestas, para ser criado por ninfas. Ela então envolveu uma pedra com roupas de bebê e a entregou a Cronos, que a engoliu sem descobrir o logro. Quando o filho cresceu, conseguiu libertar os ciclopes, seus tios, que se juntaram a ele com as oceânidas Métis, deusa da prudência, e Estige e seus filhos e Prometeu, filho de Jápeto, este um dos filhos de Gaia e Urano. Cronos foi derrotado depois de uma guerra de dez anos que ficaria conhecida como titanomaquia. Destronado pela força de seu filho e ludibriado por um estratagema de Métis, foi obrigado a vomitar todos os outros irmãos engolidos. O primeiro a ser lançado para fora foi a pedra com que Réia enganara o marido, a última a ser engolida. Depois vieram Deméter, Hera, Hades, Héstiae Poseidon. Cronos foi expulso do Olimpo e banido com seus titãs aliados para o Tártaro, lugar de tormento eterno. E assim como o pai simbolizava o tempo, ao derrotá-lo, seu filho tornou os deuses imortais. Ele tomou posse do trono do pai e partilhou com seus dois irmãos o império do universo. Posêidon,o Netuno dos romanos, herdou o reino dos mares e Hades, o Plutão, tornou-se o deus das profundezas, dos subterrâneos e das riquezas. Ele ficou com o céu, a terra e o domínio e cuidado das deusas irmãs, Héstia, Deméter, Hera. Então colocou no solo sagrado de Pytho, o local do oráculo de Delfos, para servir de monumento e maravilha para os homens mortais. Ainda libertou os irmãos de seu pai do exílio, ou seja, os filhos de Urano que haviam sido aprisionados por este, e eles retribuíram dando-lhe além de graças, o trovão, o relâmpago e o raio, que a Terra havia deixado escondidos até então. Como rei dos deuses, governava o mundo e as outras divindades. Era mais poderoso que todos os outros deuses juntos. Exigia que todos obedecessem a suas leis e punia imediatamente todos aqueles que as violavam. Podia provocar tempestades e disparar seus trovões para punir os homens. Era também acompanhado por uma águia que carregava seus trovões.


AS MUSAS eram também filhas de Zeus e deusas da música, das artes e da memória. Eram nove e cada uma delas representava um aspecto da literatura, da arte ou da ciência. Calíope era a musa da eloqüência e da poesia épica, Clio, da história, Euterpe, da poesia lírica, Melpômene, da tragédia, Terpsícore, da dança em grupo e do canto coral, Érato, da elegia, a quem se atribuía a invenção da flauta e de outros instrumentos de sopro, Polímnia, da poesia sagrada, Urânia, da astronomia, ciências exatas e geometria, e Tália, da comédia ou idílio.



HARES ou Graças, eram filhas de Zeus e deusas da felicidade, do amor e da celebração. Presidiam os banquetes, as danças e a todos os eventos sociais. Elas eram três: Efrosine, Aglaia e Tália.



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