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sábado, 26 de dezembro de 2009

Máscaras



O que não existe, o que não é real tem como característica a falsidade. Em nossa sociedade atual, muitos indivíduos sentem a necessidade de vivenciar uma personalidade que não é sua, cria em seu imaginário um personagem e neles se apóiam para vários fins. O engodo, o disfarce que usam e a desfaçatez se tornam necessários para a busca do reconhecimento e da bajulação. Em sua insanidade esse tipo de pessoa, usa de todas os artífices para obter credibilidade em suas ações . A concepção de falsidade traz certos proveitos, omitindo quem é verdadeiramente o falsário se mostra de maneira diferente para obter vantagens, lucros, ascensão social etc...
Cito aqui o grande jurista Rui Barbosa que afirmou certa vez, que de tanto ver triunfar a mentira e a falsidade, tinha até vergonha de ser honesto.
É muito fácil tornar uma historia cativante, basta ir acrescentado a ela alguns detalhes, pincelando com enredos fictícios é assim que muita gente sofre quando cai nas mãos de uma criatura dessa estirpe. Usando de apelo emocional geralmente se fazendo de vitima esse tipo de pessoa vai deixando para trás um rastro de decepções e dor. Mas como mentira tem pernas curtas um dia o falsário se dá mal vitima de seu próprio ardil.

Elsy Myrian Pantoja
Imagem Google

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